Crise do capitalismo, repressão e militarismo

O socialismo é a alternativa

Hugo Janeiro
Repressão, militarismo e guerra são palavras que conjugam com capitalismo. Outra lição que nos ensina a história é a de que em situações de profunda crise económica as classes dominantes tendem a recorrer à violência para afirmarem a sua dominação, como, aliás, fica ilustrado com as duas guerras mundiais no século XX, sublinhou Jorge Cadima, da Secção Internacional do PCP, na abertura do debate «Crise do capitalismo, repressão e militarismo».
Antes de passar a palavra aos restantes convidados - Luís Carapinha, também da Secção Internacional do Partido, Ricardo Abreu, do Partido Comunista do Brasil, Dimos Kombouris, do Partido Comunista da Grécia, e, por fim, aos participantes que na tarde de domingo lotaram por completo o espaço do Palco Solidariedade na Cidade Internacional, Jorge Cadima salientou ainda que o PCP não foi apanhado desprevenido pela actual crise capitalista. «Nas resoluções políticas dos últimos Congressos chamamos a atenção para a situação», referiu.
Desde logo alertámos para a confirmação do que Marx havia indicado como uma característica do capitalismo - a diminuição da taxa de lucro, e que daí decorria o aumento da exploração sobre os trabalhadores por parte do capital para contrariar essa tendência, lembrou.
Para o moderador do debate, a análise do Partido confirmou-se igualmente na financeirização do sistema, na sua cada vez maior dependência da especulação, na proliferação de actividades ilícitas, na sobreprodução e no estímulo ao crédito como resposta à diminuição do poder de compra das classes populares, deixando-as mais endividadas.
Alertámos ainda e a vida confirmou «para as debilidades e contradições do desenvolvimento capitalista nos próprios EUA, «uma superpotência no campo militar, financeiro e ideológico mas, simultaneamente, com uma economia endividada e baseada numa falsa riqueza e prosperidade», disse, factos que fizeram com que os exploradores «procurassem pela força das armas a superação das vulnerabilidades do sistema», acrescentou.
As guerras da Jugoslávia, do Iraque ou do Afeganistão atestam a justeza da apreciação do PCP, da mesma forma que se revelou verdadeira a tese que indica a luta dos povos como elemento central na contenção do imperialismo. Sem resistência, os EUA tinham retirado tropas daqueles territórios avançando para outros conflitos. Foi a impossibilidade de dominarem cabalmente os povos iraquiano e afegão que impôs derrotas também no campo militar e obrigou o imperialismo a recuar, somando crise à crise latente, explicou Jorge Cadima.

A guerra já começou

Pegando nas palavras do primeiro orador, Ricardo Abreu enfatizou que «esta é uma crise estrutural» e que por isso não pode ser remediada com a canalização de milhões de milhões de dólares por parte dos Estados, «paliativos para uma crise potencialmente mais profunda que a da década de 30». Neste sentido «estaremos à beira de uma nova guerra mundial?», questionou.
«Na verdade a ofensiva capitalista pode já ser considerada uma guerra mundial, basta vermos o número de bases norte-americanas espalhadas pelo mundo ao serviço dos grandes grupos monopolistas e do capital financeiro», adiantou.
A perpetuação da actual hegemonia militar planetária tem como objectivo defender os interesses das classes dominantes, insistiu o dirigente comunista brasileiro. Justamente quando o Brasil e a Venezuela anunciam a descoberta de importantes reservas de petróleo, e quando a maioria dos países do subcontinente se envolvem em processos progressistas, de defesa da soberania e até revolucionários, a reactivação da IV Frota e o acordo com a Colômbia para o uso de bases militares ilustram tal facto, disse Ricardo Abreu falando do contexto latino-americano.
Mas a par do militarismo, na América Latina como em todo o mundo, emergem, por um lado, uma onda repressiva sobre os movimentos sociais, as lutas dos trabalhadores e das camadas antimonopolistas que se movimentam contra os interesses da facção mais poderosa e reaccionária do capital, e, por outro, uma campanha ideológica, nomeadamente nos países do Leste da Europa, de branqueamento da história e do papel da URSS na vitória sobre o nazi-fascismo.
«Com a equiparação entre comunismo e nazismo, entre os que lutaram pela liberdade, os direitos e a democracia ao lado dos trabalhadores e dos povos, e os que sustentados pelo grande capital lançaram o mundo na guerra, procuram denegrir as forças que hoje lutam e apontam o socialismo como alternativa», concluiu.

Às ordens do capital

«Se viermos a experimentar uma terceira guerra mundial está em perigo a existência da humanidade», aduziu Luís Carapinha repegando na questão levantada pelo camarada brasileiro. «Esta questão encerra todos os perigos», considerou o membro da Secção Internacional do PCP.
«Há uma relação muito estreita entre crise capitalista, militarismo e expansionismo», disse, dinâmica que se traduz igualmente «nos ataques cada vez mais frequentes contra as liberdades, os direitos e a democracia», na criminalização da luta de classes, na propagação da tese do fim da história, na proibição de partidos comunistas em simultâneo com a promoção e impunidade de colaboracionistas nazi-fascistas e «na revisão histórica, tentando atacar a ordem internacional saída da segunda guerra em função da vitória da URSS sobre o nazi-fascismo, e apagar o papel dos comunistas e da União Soviética na instituição dos princípios do direito internacional».
É isso que hoje está a ser alvo de uma profunda revisão e de uma tentativa de desmantelamento. O objectivo é instaurar a nova ordem mundial, dinâmica que emana da superpotência do imperialismo, os EUA» a braços com «um lento mas profundo declínio», continuou.
O cerco à Rússia e à China por via da instalação dos sistemas antimíssil não apenas na Europa fazem parte dessa tentativa de dominação unilateral, na qual se inclui ainda o novo conceito estratégico da NATO, «uma organização projectada globalmente» para agir sempre e onde o capital ordene.

Resposta de classe

A encerrar as intervenções da mesa no debate, Dimos Koumboris do PC da Grécia sublinhou que face à tentativa de fazer pagar aos trabalhadores e aos povos os custos da crise, estes devem responder «rejeitando a campanha que promove a cooperação entre classes em nome da salvação do capitalismo».
Para Dimos Koumboris, o «anticomunismo não se dirige apenas contra os comunistas e visa eliminar da consciência dos trabalhadores a única saída para a crise capitalista», campanha que, na UE tem assumido proporções alarmantes sendo aquele bloco «percursor de novas medidas contra o movimento operário, os trabalhadores e a juventude».
Assim, as iniciativas de contra-resposta a esta campanha têm que ser «uma tarefa quotidiana», até porque «a luta anti-imperialista está em condições de fazer frente à política agressiva» resultante do apodrecimento do sistema e dos conflitos inter-imperialistas. «Mas para tal é indispensável que os povos tenham uma perspectiva de classe dessa luta», sendo para isso determinantes a «cooperação internacional entre os partidos comunistas e o movimento operário e popular» e a afirmação do socialismo como alternativa, concluiu.


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