José Casanova, director do Avante!

A força indestrutível de um ideal

Cá estamos, uma vez mais, no grandioso comício de encerramento da nossa Festa – que, é bom lembrar, é o maior comício partidário realizado em Portugal. E, já agora, lembremos também que o comício de abertura, anteontem realizado, foi o segundo maior comício partidário realizado em Portugal...
Este ano assinalamos na nossa Festa o 35.º aniversário da Revolução de Abril que libertou o nosso País e o nosso povo da ditadura fascista e iniciou a construção de uma democracia avançada – simultaneamente política, social, económica e cultural, uma democracia a sério, em que o capitalismo monopolista de Estado foi liquidado; em que a grande propriedade latifundiária do Sul foi expropriada com a construção da Reforma Agrária; em que, com as nacionalizações e o controlo operário, se criou um amplo sector da economia libertado da propriedade e do controlo do capitalismo e onde o Estado e os trabalhadores tinham o poder de decisão; em que os direitos, liberdades e garantias dos cidadãos eram respeitados e em que o respeito pelos direitos dos trabalhadores era parte integrante da democracia; em que Portugal deixou de ser o País dominante de um império colonial e deixou de ser um País dominado pelo capitalismo internacional, assumindo a soberania e a independência nacional como componente indissociável da democracia.
E nenhum local seria mais apropriado para comemorar mais um aniversário de Abril do que a nossa Festa do Avante!, que é, ela própria, uma conquista de Abril. Uma conquista de Abril que não deixámos – nem deixaremos – que nos seja roubada – e que queremos que seja cada ano mais bonita e maior, para que todos os anos possamos dizer, dizendo a verdade, que não há Festa como esta.
Porque, de facto, não há Festa como esta, camaradas.
Muitas vezes tem sido dito e escrito que a Festa do Avante! é a maior iniciativa política, cultural, artística, convivial e de massas realizada no nosso País - e porque é verdade, é necessário que o repitamos tantas vezes quantas as necessárias.
Na verdade, a Festa do Avante!, construída e organizada na base do trabalho voluntário gerado pela militância revolucionária, constitui um caso único no panorama nacional. E a Festa é assim, porque somos nós, militantes comunistas, que a construímos.

Pedacinhos do futuro

Também já aqui dissemos que o facto de ela ser construída e organizada pelo PCP – e de nenhum outro partido nacional ser capaz de fazer coisa semelhante; o facto de ela assumir uma expressão concreta do que é o ideal comunista e, assim, nos mostrar, quer durante o processo de construção, quer nos três dias da sua duração, pedacinhos do futuro pelo qual os comunistas portugueses se batem; o facto de, sendo uma festa organizada pelo PCP, atrair aqui, ao belo espaço da Atalaia, milhares e milhares de visitantes que, não só não são militantes comunistas, como, em numerosos casos, são até membros de outros partidos – e que aqui se sentem como se em suas casas estivessem, vivendo e convivendo fraternalmente;
o facto de a Festa, enquanto realização comunista, constituir uma componente da luta geral dos trabalhadores e do povo português contra a política de direita – que é, simultaneamente, a luta por Abril de novo; o facto de esta Festa de este ano, ter sido construída ao mesmo tempo que o colectivo partidário comunista e os restantes activistas da CDU construíam o excelente resultado que obtivemos nas eleições para o Parlamento Europeu e preparavam intensamente as importantes batalhas eleitorais para as legislativas e para as autárquicas - todos estes factos, e muitos outros que espelham a singularidade da Festa do Avante!, fazem com que ela seja essa iniciativa sem paralelo em Portugal. E, ao mesmo tempo, fazem com que a Festa do Avante! seja, muito justamente, como Festa de Abril que é, a menina dos olhos do PCP e da JCP, a menina dos olhos do nosso grande colectivo partidário.

Um espaço único de solidariedade

A nossa Festa é, por tudo isso, um espaço único de liberdade, de camaradagem, de amizade, e uma Festa na qual a solidariedade internacionalista assume uma expressão inequívoca: a solidariedade dos comunistas portugueses com a luta de todos os povos e trabalhadores, e a solidariedade dos trabalhadores e dos povos para com a nossa luta – uma solidariedade expressa pela presença na Festa do Avante! de dezenas de camaradas e companheiros vindos de vários países do mundo:
Alemanha, Angola, Bélgica, Boémia e Morávia, Bolívia, Brasil, Cabo Verde, Chile, China, Chipre, Colômbia, Cuba, El Salvador, Espanha, França, Grã-Bretanha, Grécia, Guiné-Bissau, Holanda, Irão, Itália, Líbano, Luxemburgo, Moçambique, Palestina, Paquistão, Peru, Rússia, Sahara Ocidental, Síria, Timor-Leste, Turquia, Uruguai, Vietname.
Para todos estes camaradas e companheiros, dirigentes e militantes de partidos comunistas e de outras organizações progressistas, aqui deixamos um abraço fraterno, pedindo-lhes que transmitam às suas organizações a solidariedade dos comunistas portugueses desejando os maiores êxitos na luta que travam nos seus países.

Contributos fundamentais

Um dever de cumprimento obrigatório, que não é uma simples formalidade antes corresponde ao nosso sentir, é o de, daqui da tribuna deste comício, referirmos organizações, entidades e instituições que, das mais diversas formas, contribuem com a sua colaboração para o êxito da nossa Festa e às quais daqui enviamos uma saudação e um agradecimento:
Várias associações, colectividades e federações desportivas; Transportes Sul do Tejo; Fertagus; SulFertagus; Venamar; Freshwater; Amarsul; Região de Turismo de Setúbal; câmaras municipais de Almada, Seixal, Sesimbra, Palmela, Moita, Lisboa; Juntas de freguesia de Amora, Corroios, Fernão Ferro, Laranjeiro, Almada, entre várias outras; Federação Distrital de Bombeiros, Bombeiros Voluntários do Seixal, Almada, Cacilhas, Trafaria, Amora, Sul e Sueste e Salvação Pública do Barreiro; e ainda a Guarda Nacional Republicana e a Polícia de Segurança Pública.
Daqui enviamos, também, uma saudação à população da Freguesia da Amora, em particular aos vizinhos da Festa, cuja compreensão e simpatia agradecemos.

O mais belo de todos os ideais

A nossa Festa é o resultado de uma conjugação singular de esforços, de dedicações, de vontades, de empenhamentos, que fazem dela um espaço novo de participação democrática e um tempo novo carregado de sinais de futuro – desse futuro que Abril nos mostrou ser possível e que permanece como referência essencial da luta que hoje travamos, que é uma luta por Abril de novo.
Uma luta que amanhã, segunda-feira, paralelamente à difícil, complexa – e dolorosa... – tarefa que é a desmontagem da Festa, prosseguiremos dando resposta aos desafios que temos pela frente – que são muitos e muito exigentes.
É que a Festa, ela própria uma importante jornada de luta, é ponto de passagem para as lutas do futuro imediato: a luta, necessária e indispensável, ao lado dos trabalhadores pela defesa dos seus interesses e direitos e contra a política do Governo PS/Sócrates; e a batalha eleitoral das legislativas e das autárquicas, que exigem toda a nossa capacidade e disponibilidade.
E a todos esses desafios daremos a resposta necessária, com a confiança de que, nas eleições que aí vêm, alcançaremos resultados que constituirão mais um passo em frente na ruptura com a política de direita e na concretização de uma política alternativa e de uma alternativa política, rumo a Abril de novo.
E lá estaremos, com o mesmo empenho, a mesma determinação e a mesma confiança, com que construímos a Festa do Avante!
E àqueles que se interrogam sobre o «segredo» desta nossa constante disponibilidade para lutar, lutar sempre, respondemos que encontrarão esse «segredo» na força indestrutível do nosso ideal de liberdade, de justiça social, de paz, de solidariedade, de fraternidade, de camaradagem, de amizade; neste ideal comunista que é o mais belo de todos os ideais, porque é portador do sonho – que um dia concretizaremos – de construção de uma sociedade liberta de todas as formas de opressão e de exploração, a sociedade socialista e comunista.


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