IV Assembleia critica Governo
A IV Assembleia da Organização da Administração Pública Central de Coimbra do PCP reuniu, no dia 11 de Novembro, aprovando por unanimidade a Resolução Política, depois de a enriquecerem ao longo do debate com inúmeras propostas de alteração e adendas.
A IV Assembleia, que teve a participação de 22 camaradas, começou por caracterizar a situação em que se estava a realizar, da brutal ofensiva contra os trabalhadores da Administração Pública, que assenta, fundamentalmente numa «alegada ineficiência dos serviços públicos, no elevado peso da Administração Pública e na pretensa ideia da existência de privilégios e de funcionários públicos a mais». Aliás, numa fase inicial, com a ajuda de toda a direita, esta ideia chegou a penetrar na opinião pública.
A alteração do Estatuto de Aposentação, a destruição do sistema de carreiras/remuneração e do vínculo público, o ressurgimento dos quadros de «supranumerários», a lei da mobilidade especial ou a precarização da relação de trabalho, traduzem, para o PCP, a decisão do Governo (veja-se o PRACE), de privatizar tudo o que áreas possa dar lucro aos privados, seja na área da Saúde, da Educação, da Segurança Social ou da Justiça. Tudo, à custa da liquidação de direitos duramente conquistados, dos despedimentos e, naturalmente dos utentes, vítimas inevitáveis do aumento dos custos daqueles serviços, acusam os comunistas que, para desmentir, por exemplo, o argumento da «existência de funcionários públicos a mais», lembra num rank de 19 países europeus, Portugal ocupa o 17.º lugar, longe de países como a Suécia, Reino Unido, França ou Alemanha.
Face a esta situação, a Assembleia definiu na Resolução Política várias medidas organizativas para dinamizar o trabalho e reforçar o Partido, particularmente nos locais com mais trabalhadores, e elegeu por unanimidade uma nova direcção de nove elementos, quatro dos quais pela primeira vez.
A alteração do Estatuto de Aposentação, a destruição do sistema de carreiras/remuneração e do vínculo público, o ressurgimento dos quadros de «supranumerários», a lei da mobilidade especial ou a precarização da relação de trabalho, traduzem, para o PCP, a decisão do Governo (veja-se o PRACE), de privatizar tudo o que áreas possa dar lucro aos privados, seja na área da Saúde, da Educação, da Segurança Social ou da Justiça. Tudo, à custa da liquidação de direitos duramente conquistados, dos despedimentos e, naturalmente dos utentes, vítimas inevitáveis do aumento dos custos daqueles serviços, acusam os comunistas que, para desmentir, por exemplo, o argumento da «existência de funcionários públicos a mais», lembra num rank de 19 países europeus, Portugal ocupa o 17.º lugar, longe de países como a Suécia, Reino Unido, França ou Alemanha.
Face a esta situação, a Assembleia definiu na Resolução Política várias medidas organizativas para dinamizar o trabalho e reforçar o Partido, particularmente nos locais com mais trabalhadores, e elegeu por unanimidade uma nova direcção de nove elementos, quatro dos quais pela primeira vez.