A luta é o caminho!
A I Assembleia da Organização Concelhia de Alcoutim do PCP, reunida no passado dia 12, em Alcoutim, fez o balanço à situação política e social do concelho e apontou medidas para o reforço da organização partidária, nomeadamente com a criação de novos organismos em algumas freguesias e o recrutamento de novos militantes.
A Resolução Política aprovada destaca, ainda, com satisfação a actividade partidária registada no concelho, sobretudo a partir do XVII Congresso do Partido e das suas orientações, que levaram a uma maior presença e iniciativa política, o que se traduziu por um «contributo inestimável» à luta das populações do concelho.
A luta das populações em defesa dos seus direitos e contra a desertificação e o isolamento mereceram particularmente a atenção dos participantes que, entre outras, destacaram a luta pela construção da Ponte Internacional Alcoutim-San Lúcar a luta contra o encerramento das extensões de saúde de Giões, Pereiro e Vaqueiros e a eliminação de facto do SAP de Alcoutim, a que o PCP se tem dedicado com empenho.
Aliás, poucos dias antes da Assembleia, a Comissão Concelhia cessante promoveu um debate – que encheu o Salão Nobre da Câmara de Alcoutim – para discutir aquelas medidas do Governo, que mereceram um veemente «não» da parte dos presentes.
População protesta
A mesma posição tomou o deputado comunista José Soeiro e, ainda, Abílio Pires, presidente da Assembleia Municipal de Alcoutim e o vereador Rui Cruz, presentes também no debate. José Soeiro prometeu mesmo «dar voz na Assembleia da República» aos protestos das populações do concelho que, pela crescente desertificação física e envelhecimento da população, merecia, pelo contrário, «medidas de reforço do quadro de pessoal médico e de enfermagem». Protestos expressos já num abaixo-assinado que, até ao momento, havia já recolhido centenas de assinaturas.
Aliás, Luís Piçarra, membro da DORAL e do Comité Central, a quem coube encerrar o debate denunciou igualmente a «brutal ofensiva» do Governo contra as funções sociais do Estado, apenas «para servir as clientelas de sempre, uma minoria poderosa que continua a concentrar a riqueza». E, para combater esta ofensiva, disse, não existe outra alternativa que não seja a luta.
A luta das populações em defesa dos seus direitos e contra a desertificação e o isolamento mereceram particularmente a atenção dos participantes que, entre outras, destacaram a luta pela construção da Ponte Internacional Alcoutim-San Lúcar a luta contra o encerramento das extensões de saúde de Giões, Pereiro e Vaqueiros e a eliminação de facto do SAP de Alcoutim, a que o PCP se tem dedicado com empenho.
Aliás, poucos dias antes da Assembleia, a Comissão Concelhia cessante promoveu um debate – que encheu o Salão Nobre da Câmara de Alcoutim – para discutir aquelas medidas do Governo, que mereceram um veemente «não» da parte dos presentes.
População protesta
A mesma posição tomou o deputado comunista José Soeiro e, ainda, Abílio Pires, presidente da Assembleia Municipal de Alcoutim e o vereador Rui Cruz, presentes também no debate. José Soeiro prometeu mesmo «dar voz na Assembleia da República» aos protestos das populações do concelho que, pela crescente desertificação física e envelhecimento da população, merecia, pelo contrário, «medidas de reforço do quadro de pessoal médico e de enfermagem». Protestos expressos já num abaixo-assinado que, até ao momento, havia já recolhido centenas de assinaturas.
Aliás, Luís Piçarra, membro da DORAL e do Comité Central, a quem coube encerrar o debate denunciou igualmente a «brutal ofensiva» do Governo contra as funções sociais do Estado, apenas «para servir as clientelas de sempre, uma minoria poderosa que continua a concentrar a riqueza». E, para combater esta ofensiva, disse, não existe outra alternativa que não seja a luta.