«Portugal pode ter outro rumo»
Participando num jantar em Leiria que reuniu mais de 300 pessoas, e depois de ter passado pelo hospital termal das Caldas da Rainha e visitado uma empresa vidreira na Marinha Grande, Jerónimo de Sousa voltou a insistir na necessidade de uma «ruptura democrática de esquerda» na política de direita que tem sido prosseguida pelos sucessivos governos. Para o candidato, é possível mudar de rumo, 29 anos passados de política de direita, levada a cabo por PS e PSD.
A política do Governo do PS mostra, segundo Jerónimo de Sousa, que os comunistas tinham razão quando na campanha eleitoral para as legislativas alertavam para os perigos de conceder ao PS a maioria absoluta. A política praticada seria a mesma, disse então o PCP. E tinha razão, afirmou o também secretário-geral.
O Orçamento de Estado, por exemplo, é praticamente uma «cópia» dos da direita: prevê aumentos de impostos para quem trabalha, privatizações e benesses para os detentores dos grupos económicos. E agrada a Cavaco Silva, notou. Jerónimo de Sousa não esqueceu o mau aproveitamento dos fundos comunitários que entraram no País durante os governos do agora candidato presidencial da direita.
A política do Governo do PS mostra, segundo Jerónimo de Sousa, que os comunistas tinham razão quando na campanha eleitoral para as legislativas alertavam para os perigos de conceder ao PS a maioria absoluta. A política praticada seria a mesma, disse então o PCP. E tinha razão, afirmou o também secretário-geral.
O Orçamento de Estado, por exemplo, é praticamente uma «cópia» dos da direita: prevê aumentos de impostos para quem trabalha, privatizações e benesses para os detentores dos grupos económicos. E agrada a Cavaco Silva, notou. Jerónimo de Sousa não esqueceu o mau aproveitamento dos fundos comunitários que entraram no País durante os governos do agora candidato presidencial da direita.