Retrato negro no Porto
O distrito do Porto continua a ser discriminado. A afirmação é da Direcção da Organização Regional do Porto do PCP (DORP), que reclama do Governo outra atitude perante a crise. No âmbito da campanha «É tempo de lutar, é tempo de mudar – Mais força ao PCP», os comunistas do Porto traçaram um retrato dos principais problemas da região.
Entre 2004 e 2006, acusa a DORP, o distrito perdeu mais de três mil empresas da indústria transformadora. Mas os encerramentos não se ficaram por aí. Durante as últimas férias e no reinício da actividade, muitas outras empresas fecharam as portas, entre as quais se contam a Picoto, a Pitbull, ou a Vivacemodi-Unipessoal. Outras, como a Yazaki , a Maconde II ou a Tsuzuki, reduziram o número de trabalhadores.
Com estes encerramentos de Verão, denuncia o PCP, foram mais de 500 trabalhadores lançados para o desemprego. Mas este número pode vir a crescer, dado o agravamento da situação noutras empresas, como a Fabopol ou a CNB-Camac. Esta evolução negativa do tecido económico do distrito tem reflexos na própria taxa de desemprego: enquanto a média nacional se situa nos 8 por cento, no distrito do Porto é de 11 por cento.
Face a esta situação, a expectativa seria a de ver aumentado o investimento público no distrito. Mas tal não aconteceu: entre 2005 e 2008, o PIDDAC sofreu uma redução de 77 por cento.
Os atrasos e dúvidas face a importantes investimentos, como a expansão da rede do Metro e a defesa e afirmação do Aeroporto do Porto. Os comunistas exigem que o Governo cumpra a palavra dada e opõem-se à privatização da ANA.
Entre 2004 e 2006, acusa a DORP, o distrito perdeu mais de três mil empresas da indústria transformadora. Mas os encerramentos não se ficaram por aí. Durante as últimas férias e no reinício da actividade, muitas outras empresas fecharam as portas, entre as quais se contam a Picoto, a Pitbull, ou a Vivacemodi-Unipessoal. Outras, como a Yazaki , a Maconde II ou a Tsuzuki, reduziram o número de trabalhadores.
Com estes encerramentos de Verão, denuncia o PCP, foram mais de 500 trabalhadores lançados para o desemprego. Mas este número pode vir a crescer, dado o agravamento da situação noutras empresas, como a Fabopol ou a CNB-Camac. Esta evolução negativa do tecido económico do distrito tem reflexos na própria taxa de desemprego: enquanto a média nacional se situa nos 8 por cento, no distrito do Porto é de 11 por cento.
Face a esta situação, a expectativa seria a de ver aumentado o investimento público no distrito. Mas tal não aconteceu: entre 2005 e 2008, o PIDDAC sofreu uma redução de 77 por cento.
Os atrasos e dúvidas face a importantes investimentos, como a expansão da rede do Metro e a defesa e afirmação do Aeroporto do Porto. Os comunistas exigem que o Governo cumpra a palavra dada e opõem-se à privatização da ANA.