Contrariar o definhamento
«Esquecidas as promessas eleitorais», o Governo PS tem concretizado uma política «que fez disparar as injustiças e a exclusão social», diz a Direcção da Organização Regional de Castelo Branco do PCP.
De facto, continua o processo de falência ou estrangulamento de muitas pequenas e médias empresas; como aconteceu na Cerval do Tortosendo; são evidentes em muitas PMEs os sintomas de redução próxima de postos de trabalho; a multinacional Delphi está com linhas de produção encerradas... Enfim, adensa-se a preocupação com novos despedimentos e a sua eventual deslocalização, numa região onde a taxa de desemprego é de cerca de 22%, bem superior à média do país.
Ao mesmo tempo, aumenta a precariedade, que atinge quase todos os novos trabalhadores – cada vez mais desprovidos de direitos –, cresce o número de salários e subsídios de férias com atraso, aumentam os juros do crédito à habitação e o endividamento das famílias, cujo nível de vida está cerca de 25% abaixo da média nacional.
É assim que se explica, diz o PCP, que o saldo natural (nascimentos/óbitos) tenha sido negativo, que a emigração continue a crescer e que exista um número crescente de pobres, a viver de salários de miséria, do rendimento de inserção e de subsídios ou de pensões e reformas muito reduzidas
Com vista a contrariar este quadro de definhamento económico e social, de crise social, de crescimento das assimetrias e da desertificação, o PCP propõe algumas medidas que passam nomeadamente pelo aumento de salários e pensões e pela contenção dos preços de bens essenciais e do spread do crédito à habitação. O PCP propõe, ainda, uma política de combate à crise, de investimento e apoio à produção nacional e ás PMEs, de incremento do mercado interno e de controlo sobre as alavancas da economia.
De facto, continua o processo de falência ou estrangulamento de muitas pequenas e médias empresas; como aconteceu na Cerval do Tortosendo; são evidentes em muitas PMEs os sintomas de redução próxima de postos de trabalho; a multinacional Delphi está com linhas de produção encerradas... Enfim, adensa-se a preocupação com novos despedimentos e a sua eventual deslocalização, numa região onde a taxa de desemprego é de cerca de 22%, bem superior à média do país.
Ao mesmo tempo, aumenta a precariedade, que atinge quase todos os novos trabalhadores – cada vez mais desprovidos de direitos –, cresce o número de salários e subsídios de férias com atraso, aumentam os juros do crédito à habitação e o endividamento das famílias, cujo nível de vida está cerca de 25% abaixo da média nacional.
É assim que se explica, diz o PCP, que o saldo natural (nascimentos/óbitos) tenha sido negativo, que a emigração continue a crescer e que exista um número crescente de pobres, a viver de salários de miséria, do rendimento de inserção e de subsídios ou de pensões e reformas muito reduzidas
Com vista a contrariar este quadro de definhamento económico e social, de crise social, de crescimento das assimetrias e da desertificação, o PCP propõe algumas medidas que passam nomeadamente pelo aumento de salários e pensões e pela contenção dos preços de bens essenciais e do spread do crédito à habitação. O PCP propõe, ainda, uma política de combate à crise, de investimento e apoio à produção nacional e ás PMEs, de incremento do mercado interno e de controlo sobre as alavancas da economia.