Ao lado dos trabalhadores
Por todo o País, as organizações do Partido mobilizam-se em defesa dos interesses dos trabalhadores. A Direcção da Organização da Cidade do Porto do PCP, em nota do passado dia 8, denuncia que continua por resolver a questão do subsídio nocturno a trabalhadores da Câmara Municipal. O subsídio foi suspenso pelo presidente da autarquia, Rui Rio, mas a Assembleia da República aprovou uma resolução recomendando ao Governo a resolução do problema. Os deputados do PS «juraram publicamente» que o assunto se resolveria em menos de um mês, recorda o PCP.
Passados trinta dias, o Governo ainda não tomou nenhuma medida concreta, «mantendo um silêncio ensurdecedor que só pode significar, mais uma vez, um profundo e assumido desrespeito pelos trabalhadores». Renovando as críticas ao presidente da autarquia, o PCP exige a reposição do subsídio e quer que o PS cumpra o compromisso.
Em Vila Franca de Xira, a célula dos trabalhadores da autarquia do Partido acusa o PS e o PSD de pretenderem retirar direitos aos trabalhadores. Desta vez, acusam os comunistas, a maioria PS avançou com a revogação do sistema de dispensas, conquistado pelos trabalhadores há mais de 14 anos, durante a gestão da CDU. Os comunistas rejeitam que sejam os trabalhadores a pagar pela má gestão e discorda que os «abusos» sejam utilizados para «retirar de todo um direito que há muito fazia parte da vida dos trabalhadores». O PCP afirma ainda que a lei obriga a que a Comissão Sindical seja ouvida, o que não aconteceu.
A célula do Partido na Cacia, no distrito de Aveiro, emitiu um boletim no qual saúda os trabalhadores da empresa pela «espantosa manifestação de unidade e firmeza na recente discussão da proposta da empresa de aplicar a chamada flexibilidade». A rejeição por parte dos trabalhadores foi quase unânime, salienta o PCP, o que – tendo acontecido pela terceira vez – «mostrou o elevado grau de consciência do que está em causa». Os comunistas consideram que a proposta da administração representaria «entregar de mão beijada direitos conquistados ao longo de anos e anos de luta».
Passados trinta dias, o Governo ainda não tomou nenhuma medida concreta, «mantendo um silêncio ensurdecedor que só pode significar, mais uma vez, um profundo e assumido desrespeito pelos trabalhadores». Renovando as críticas ao presidente da autarquia, o PCP exige a reposição do subsídio e quer que o PS cumpra o compromisso.
Em Vila Franca de Xira, a célula dos trabalhadores da autarquia do Partido acusa o PS e o PSD de pretenderem retirar direitos aos trabalhadores. Desta vez, acusam os comunistas, a maioria PS avançou com a revogação do sistema de dispensas, conquistado pelos trabalhadores há mais de 14 anos, durante a gestão da CDU. Os comunistas rejeitam que sejam os trabalhadores a pagar pela má gestão e discorda que os «abusos» sejam utilizados para «retirar de todo um direito que há muito fazia parte da vida dos trabalhadores». O PCP afirma ainda que a lei obriga a que a Comissão Sindical seja ouvida, o que não aconteceu.
A célula do Partido na Cacia, no distrito de Aveiro, emitiu um boletim no qual saúda os trabalhadores da empresa pela «espantosa manifestação de unidade e firmeza na recente discussão da proposta da empresa de aplicar a chamada flexibilidade». A rejeição por parte dos trabalhadores foi quase unânime, salienta o PCP, o que – tendo acontecido pela terceira vez – «mostrou o elevado grau de consciência do que está em causa». Os comunistas consideram que a proposta da administração representaria «entregar de mão beijada direitos conquistados ao longo de anos e anos de luta».