Comunistas assinalam 85.º aniversário
Em muitas centenas de iniciativas, realizadas por todo o País, as organizações do PCP assinalam a passagem do 85.º aniversário do Partido. Foi editado um folheto e está patente uma exposição comemorativa.
Cada avanço do Partido assentou em mais e melhor organização
Por todo o País, está a ser assinalada em centenas de iniciativas a passagem dos 85 anos do PCP. Em almoços e jantares, plenários e convívios, os comunistas reúnem-se e discutem o seu Partido, a sua história, a sua luta quotidiana, os seus supremos objectivos. Em algumas destas iniciativas, é entregue o novo cartão de militante, ao mesmo tempo prova e compromisso de uma militância activa e sempre renovada.
No já tradicional almoço de aniversário na sede nacional do Partido na Soeiro Pereira Gomes, realizado no dia 6, participaram várias dezenas de dirigentes, funcionários e colaboradores da estrutura central do PCP. Na sua intervenção, Manuela Bernardino, do Secretariado do Comité Central, destacou que a longevidade do Partido está «intrinsecamente associada à sua natureza de classe, à permanente ligação aos problemas dos trabalhadores e do País e ao próprio processo de emancipação histórica em que vivemos».
Para a dirigente, este caminho de mais de oito décadas, «tem sido percorrido e garantido por gerações e gerações de comunistas – homens, mulheres e jovens – que, com abnegada dedicação revolucionária e defrontando situações muito diversas, deram tudo de si próprios, alguns a própria vida, para organizar a luta e a resposta adequada a cada situação concreta». Uma das lições que retira da história de 85 anos do PCP é que «cada avanço significativo do Partido assentou sempre em mais e melhor organização, mais e melhor ligação aos trabalhadores, aos seus problemas e anseios, como elementos decisivos para a organização da luta por objectivos imediatos e assim projectá-la no caminho da libertação social». Para Manuela Bernardino, a consigna Sim, é possível um PCP mais forte! deve estar «bem presente na actividade diária».
PCP não desistiu da luta
Destacando que «vivemos e lutamos num tempo de grande instabilidade geradora de enormes perigos», Manuela Bernardino lembrou os fortes ataques em curso contra «conquistas históricas dos trabalhadores, as perseguições anticomunistas e a criminalização da resistência». E lembrou que na sua tentativa de «impor a sua política hegemónica de domínio, exploração e opressão, o imperialismo contou com a «desorientação e o desânimo de alguns partidos comunistas e outras forças revolucionárias». Estes partidos e estas forças, acentuou, perante as «pesadas derrotas do socialismo no início da década de 90, embarcaram nas teses do fim da história, nas teorias da modernização e humanização do capitalismo, de que a época dos partidos comunistas chegara ao seu termo e que os movimentos sociais seriam os novos sujeitos de transformação».
Ao contrário, o PCP «não perdeu a perspectiva histórica, não desistiu da luta, antes se inseriu na dura e difícil batalha ideológica que a situação reclamava», destacou a dirigente comunista. Ao mesmo tempo, «prosseguiu com confiança a luta em defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo, do nosso País».
Nos 85 anos do PCP, prosseguiu Manuela Bernardino, os comunistas tudo farão para «reforçar o seu Partido, valorizando a organização partidária como absolutamente necessária e insubstituível para a eficácia da nossa intervenção». A organização, realçou ainda a dirigente do PCP, funciona também como «garante da democracia interna do nosso Partido, afirmando o marxismo-leninismo como sua teoria criadora, indispensável à análise correcta das situações concretas e à definição adequada da sua linha política e assegurando os princípios do centralismo democrático para o seu funcionamento interno».
No já tradicional almoço de aniversário na sede nacional do Partido na Soeiro Pereira Gomes, realizado no dia 6, participaram várias dezenas de dirigentes, funcionários e colaboradores da estrutura central do PCP. Na sua intervenção, Manuela Bernardino, do Secretariado do Comité Central, destacou que a longevidade do Partido está «intrinsecamente associada à sua natureza de classe, à permanente ligação aos problemas dos trabalhadores e do País e ao próprio processo de emancipação histórica em que vivemos».
Para a dirigente, este caminho de mais de oito décadas, «tem sido percorrido e garantido por gerações e gerações de comunistas – homens, mulheres e jovens – que, com abnegada dedicação revolucionária e defrontando situações muito diversas, deram tudo de si próprios, alguns a própria vida, para organizar a luta e a resposta adequada a cada situação concreta». Uma das lições que retira da história de 85 anos do PCP é que «cada avanço significativo do Partido assentou sempre em mais e melhor organização, mais e melhor ligação aos trabalhadores, aos seus problemas e anseios, como elementos decisivos para a organização da luta por objectivos imediatos e assim projectá-la no caminho da libertação social». Para Manuela Bernardino, a consigna Sim, é possível um PCP mais forte! deve estar «bem presente na actividade diária».
PCP não desistiu da luta
Destacando que «vivemos e lutamos num tempo de grande instabilidade geradora de enormes perigos», Manuela Bernardino lembrou os fortes ataques em curso contra «conquistas históricas dos trabalhadores, as perseguições anticomunistas e a criminalização da resistência». E lembrou que na sua tentativa de «impor a sua política hegemónica de domínio, exploração e opressão, o imperialismo contou com a «desorientação e o desânimo de alguns partidos comunistas e outras forças revolucionárias». Estes partidos e estas forças, acentuou, perante as «pesadas derrotas do socialismo no início da década de 90, embarcaram nas teses do fim da história, nas teorias da modernização e humanização do capitalismo, de que a época dos partidos comunistas chegara ao seu termo e que os movimentos sociais seriam os novos sujeitos de transformação».
Ao contrário, o PCP «não perdeu a perspectiva histórica, não desistiu da luta, antes se inseriu na dura e difícil batalha ideológica que a situação reclamava», destacou a dirigente comunista. Ao mesmo tempo, «prosseguiu com confiança a luta em defesa dos interesses dos trabalhadores, do povo, do nosso País».
Nos 85 anos do PCP, prosseguiu Manuela Bernardino, os comunistas tudo farão para «reforçar o seu Partido, valorizando a organização partidária como absolutamente necessária e insubstituível para a eficácia da nossa intervenção». A organização, realçou ainda a dirigente do PCP, funciona também como «garante da democracia interna do nosso Partido, afirmando o marxismo-leninismo como sua teoria criadora, indispensável à análise correcta das situações concretas e à definição adequada da sua linha política e assegurando os princípios do centralismo democrático para o seu funcionamento interno».