Aumento é inaceitável
Está a ser distribuído pelos militantes do PCP um folheto contra o aumento das taxas moderadoras. Na face do folheto, destaca-se o brutal aumento das taxas nas urgências hospitalares e nos centros de saúde, da ordem dos 23 por cento. Nas consultas, o aumento é de 2,4 por cento.
O PCP denuncia que são os portugueses já pagam directamente do seu bolso mais de 30 por cento dos custos totais em saúde, além dos impostos». A média europeia é de 20 por cento, acusam. Para os comunistas, o encerramento dos SAP’s provoca uma afluência maior às urgências, que aumentaram 23 por cento.
O PCP considera também que este aumento «um escândalo» e consideram que, ao contrário do que afirma o Governo do PS, «as taxas moderadoras não moderam o acesso às urgências e apenas servem para financiar o Serviço Nacional de Saúde, que tem sido vítima da incompetência dos sucessivos governos».
«O cumprimento da Constituição – que diz que a saúde deve ser tendencialmente gratuita – não se realiza com este aumento criminoso, mas sim eliminando as taxas moderadoras, como o PCP tem repetidamente proposto na Assembleia da República», defendem os comunistas.
O PCP denuncia que são os portugueses já pagam directamente do seu bolso mais de 30 por cento dos custos totais em saúde, além dos impostos». A média europeia é de 20 por cento, acusam. Para os comunistas, o encerramento dos SAP’s provoca uma afluência maior às urgências, que aumentaram 23 por cento.
O PCP considera também que este aumento «um escândalo» e consideram que, ao contrário do que afirma o Governo do PS, «as taxas moderadoras não moderam o acesso às urgências e apenas servem para financiar o Serviço Nacional de Saúde, que tem sido vítima da incompetência dos sucessivos governos».
«O cumprimento da Constituição – que diz que a saúde deve ser tendencialmente gratuita – não se realiza com este aumento criminoso, mas sim eliminando as taxas moderadoras, como o PCP tem repetidamente proposto na Assembleia da República», defendem os comunistas.