«Um projecto transformador e emancipador»
À semelhança do que tem vindo a acontecer um pouco por todo o País, mais de 600 pessoas festejaram, sábado, no Seixal, o 85.º aniversário do PCP. Esta iniciativa, que se realizou na Quinta da Valenciana, contou com a presença do secretário-geral do PCP.
Jerónimo de Sousa, num ambiente de festa e camaradagem, afirmou que a história do PCP é parte inseparável não só da história do movimento operário português e da história de Portugal mas, também, da história da humanidade.
«Estamos a celebrar os 85 anos de vida do PCP, com a consciência da nossa própria razão de ser, com a convicção dos nosso ideais e objectivos, com o orgulho do nosso passado e da nossa história, de luta ao serviço dos trabalhadores, do povo português e de Portugal», fincou o secretário-geral dos comunistas portugueses, valorizando o XVII Congresso do PCP. «Enganaram-se todos aqueles que esperavam ver-nos desiludidos, desanimados, abandonando objectivos e ideais, deixando cair o sonho de um projecto político de acção revolucionária», acrescentou.
Jerónimo de Sousa destacou ainda o 75.º aniversário do Avante! que este ano se comemora e referiu Álvaro Cunhal, destacando que «a sua inteligência, a sua coragem, o seu humanismo, a sua ética política, as suas convicções, são indissociáveis do Partido que temos e do Partido que somos».
«Apoio e solidariedade»
Por seu lado, Manuela Calado, da Comissão Concelhia do Seixal, falou da contribuição dos comunistas na Revolução de Abril, que «constituiu o momento mais alto de luta do PCP, nos seus 85 anos». «Em cada frente, em cada luta, os comunistas estiveram sempre presentes, activos e dinamizadores, lutando por um Portugal para todos», realçou, denunciando, no entanto, que «ao longo destes últimos anos», «temos assistido ao preocupante aumento do desemprego, agravado pela subida de preços, pelo não aumento salarial, que se traduz na perda de compra dos portugueses».
Em nome de todos os comunistas, Manuela Calado expressou ainda o «apoio e a solidariedade» do PCP aos trabalhadores da ALCOA, «na defesa dos seus postos de trabalho, contra a deslocalização da empresa», e aos trabalhadores da LUSOSIDER, «por melhores condições de trabalho, contra a repressão na empresa, contra a tentativa de caducidade dos contratos e contra a instauração de processos disciplinares». Manifestou ainda «grande preocupação» em relação ao futuro de outras empresas que se encontram no concelho.
No final da sua intervenção, a comunista deixou uma mensagem de esperança e de luta. «Tenho esperança que as lutas por nós desencadeadas alcancem os seus objectivos e que daqui a 85 anos as gerações vindouras possam ter tanto orgulho em nós, na nossa luta, como nos orgulhamos de todos os comunistas e democratas que contribuíram, por vezes até com a própria vida, não abdicando do seu sonho por uma sociedade mais igual e por um mundo melhor e mais justo», concluiu.
Após as intervenções políticas, movidos pela camaradagem que só os comunistas têm e fazem, em uníssono, cantaram, de punho erguido, o «Avante, Camarada», «A Internacional» e «A Portuguesa».
Jerónimo de Sousa, num ambiente de festa e camaradagem, afirmou que a história do PCP é parte inseparável não só da história do movimento operário português e da história de Portugal mas, também, da história da humanidade.
«Estamos a celebrar os 85 anos de vida do PCP, com a consciência da nossa própria razão de ser, com a convicção dos nosso ideais e objectivos, com o orgulho do nosso passado e da nossa história, de luta ao serviço dos trabalhadores, do povo português e de Portugal», fincou o secretário-geral dos comunistas portugueses, valorizando o XVII Congresso do PCP. «Enganaram-se todos aqueles que esperavam ver-nos desiludidos, desanimados, abandonando objectivos e ideais, deixando cair o sonho de um projecto político de acção revolucionária», acrescentou.
Jerónimo de Sousa destacou ainda o 75.º aniversário do Avante! que este ano se comemora e referiu Álvaro Cunhal, destacando que «a sua inteligência, a sua coragem, o seu humanismo, a sua ética política, as suas convicções, são indissociáveis do Partido que temos e do Partido que somos».
«Apoio e solidariedade»
Por seu lado, Manuela Calado, da Comissão Concelhia do Seixal, falou da contribuição dos comunistas na Revolução de Abril, que «constituiu o momento mais alto de luta do PCP, nos seus 85 anos». «Em cada frente, em cada luta, os comunistas estiveram sempre presentes, activos e dinamizadores, lutando por um Portugal para todos», realçou, denunciando, no entanto, que «ao longo destes últimos anos», «temos assistido ao preocupante aumento do desemprego, agravado pela subida de preços, pelo não aumento salarial, que se traduz na perda de compra dos portugueses».
Em nome de todos os comunistas, Manuela Calado expressou ainda o «apoio e a solidariedade» do PCP aos trabalhadores da ALCOA, «na defesa dos seus postos de trabalho, contra a deslocalização da empresa», e aos trabalhadores da LUSOSIDER, «por melhores condições de trabalho, contra a repressão na empresa, contra a tentativa de caducidade dos contratos e contra a instauração de processos disciplinares». Manifestou ainda «grande preocupação» em relação ao futuro de outras empresas que se encontram no concelho.
No final da sua intervenção, a comunista deixou uma mensagem de esperança e de luta. «Tenho esperança que as lutas por nós desencadeadas alcancem os seus objectivos e que daqui a 85 anos as gerações vindouras possam ter tanto orgulho em nós, na nossa luta, como nos orgulhamos de todos os comunistas e democratas que contribuíram, por vezes até com a própria vida, não abdicando do seu sonho por uma sociedade mais igual e por um mundo melhor e mais justo», concluiu.
Após as intervenções políticas, movidos pela camaradagem que só os comunistas têm e fazem, em uníssono, cantaram, de punho erguido, o «Avante, Camarada», «A Internacional» e «A Portuguesa».