Em defesa dos serviços públicos
A transferência de serviços da alçada do Estado para privados é gravemente lesiva dos interesses das populações. A experiência já o demonstrou, nos últimos anos, e os portugueses sentiram-no na pele. Testemunhos concretos foram dados, sábado à noite, demonstrativos todos eles de acentuadas perdas de qualidade nos serviços prestados e de agravamento dos custos.
«Hoje pagamos mais caro a electricidade, os transportes, o telefone ou a água nos concelhos onde esta foi alvo de concessão em baixa» exemplificou Jorge Pires, da Comissão Política, neste «À conversa com...» sobre serviços públicos e funções sociais do Estado,.
A atenção esteve igualmente centrada na brutal ofensiva contra os trabalhadores da Administração Pública, de que falou detalhadamente Ana Avoila, coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul, pondo em relevo o facto de o Governo ter como objectivo central a «retirada de direitos conquistados com o 25 de Abril e com a luta».
Por isso, como foi sublinhado, é tão importante a batalha do esclarecimento. Apelo em idêntico sentido foi também feito no tocante à necessidade de manter sob a alçada do Estado funções sociais vitais, como a Saúde ou a Segurança Social.
É que, como explicou Francisco Brás, presidente do STAL, os serviços devem ser prestados em boas condições e em condições de igualdade a todos os cidadãos, independentemente da sua situação económica ou localização geográfica. E qualquer entidade privada tem na obtenção do lucro o seu objectivo, a qualquer preço, nem que, para rentabilizar o investimento, seja necessário sacrificar a qualidade.
«Hoje pagamos mais caro a electricidade, os transportes, o telefone ou a água nos concelhos onde esta foi alvo de concessão em baixa» exemplificou Jorge Pires, da Comissão Política, neste «À conversa com...» sobre serviços públicos e funções sociais do Estado,.
A atenção esteve igualmente centrada na brutal ofensiva contra os trabalhadores da Administração Pública, de que falou detalhadamente Ana Avoila, coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores da Função Pública do Sul, pondo em relevo o facto de o Governo ter como objectivo central a «retirada de direitos conquistados com o 25 de Abril e com a luta».
Por isso, como foi sublinhado, é tão importante a batalha do esclarecimento. Apelo em idêntico sentido foi também feito no tocante à necessidade de manter sob a alçada do Estado funções sociais vitais, como a Saúde ou a Segurança Social.
É que, como explicou Francisco Brás, presidente do STAL, os serviços devem ser prestados em boas condições e em condições de igualdade a todos os cidadãos, independentemente da sua situação económica ou localização geográfica. E qualquer entidade privada tem na obtenção do lucro o seu objectivo, a qualquer preço, nem que, para rentabilizar o investimento, seja necessário sacrificar a qualidade.