Propinas fixadas nas costas dos estudantes
Apontando o Governo como «único responsável pela exclusão de estudantes do Ensino Superior e pela sua elitização e gradual privatização», a JCP condenou «a atitude subserviente de alguns órgãos de gestão que, de forma cobarde, cumprem a orientação anti-estudantil do Governo nas costas dos estudantes».
Numa nota de imprensa do secretariado da Direcção Central do Ensino Superior, os jovens comunistas reagiram assim ao facto de alguns conselhos directivos ou senados estarem a fixar o valor das propinas em pleno período de exames, sem que os estudantes tenham «oportunidade de contestar e mobilizar para o combate contra a aplicação da Lei de Financiamento do Ensino Superior», que rejeitaram em diversas iniciativas de luta realizadas durante o ano lectivo.
A JCP apela aos estudantes para que se mobilizem e promovam acções de forma a garantir que a Lei de Financiamento não é aplicada, nomeadamente através da não fixação da propina. É dirigida uma saudação às iniciativas «pela defesa dos direitos dos estudantes e dos jovens portugueses, já levadas a cabo por todo o País». A Juventude Comunista «exalta os estudantes a manterem a firmeza que até agora demonstraram e a realizarem novas e mais fortes acções de luta estudantil, sempre apontando como principal inimigo o Governo e como principal bandeira a revogação da Lei do Financiamento do Ensino Superior».
Ciências
Para hoje de manhã, o presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Ciências de Lisboa marcou a reunião para fixação do valor das propinas. A Associação de Estudantes, em nota à comunicação social, revelou que «convocou os estudantes para que impedissem por todos os meios esta reunião» e recordou que aquele responsável «tudo tem feito para, à revelia dos estudantes, fixar o valor da propina para o ano lectivo 2004-05 no seu máximo, cerca de 880 euros», indiferente às 500 cartas que lhe foram enviadas e à posição da AE, manifestada em reunião.
Numa nota de imprensa do secretariado da Direcção Central do Ensino Superior, os jovens comunistas reagiram assim ao facto de alguns conselhos directivos ou senados estarem a fixar o valor das propinas em pleno período de exames, sem que os estudantes tenham «oportunidade de contestar e mobilizar para o combate contra a aplicação da Lei de Financiamento do Ensino Superior», que rejeitaram em diversas iniciativas de luta realizadas durante o ano lectivo.
A JCP apela aos estudantes para que se mobilizem e promovam acções de forma a garantir que a Lei de Financiamento não é aplicada, nomeadamente através da não fixação da propina. É dirigida uma saudação às iniciativas «pela defesa dos direitos dos estudantes e dos jovens portugueses, já levadas a cabo por todo o País». A Juventude Comunista «exalta os estudantes a manterem a firmeza que até agora demonstraram e a realizarem novas e mais fortes acções de luta estudantil, sempre apontando como principal inimigo o Governo e como principal bandeira a revogação da Lei do Financiamento do Ensino Superior».
Ciências
Para hoje de manhã, o presidente do Conselho Directivo da Faculdade de Ciências de Lisboa marcou a reunião para fixação do valor das propinas. A Associação de Estudantes, em nota à comunicação social, revelou que «convocou os estudantes para que impedissem por todos os meios esta reunião» e recordou que aquele responsável «tudo tem feito para, à revelia dos estudantes, fixar o valor da propina para o ano lectivo 2004-05 no seu máximo, cerca de 880 euros», indiferente às 500 cartas que lhe foram enviadas e à posição da AE, manifestada em reunião.