Experiências que dão força à luta
O enriquecimento da vida do colectivo partidário também se faz das pequenas histórias do «porta a porta», como lhe chamou Luís Quintino.
Todos os que se envolvem na procura de camaradas de quem há muito já não se sabe têm experiências que merecem ser contadas, ora pela criatividade das soluções arranjadas, ora pelo peso e importância que representam num contexto específico.
Antes de partirmos de regresso a Lisboa, ficamos um pouco mais há conversa com os três entrevistados.
Talvez pelo tom descontraído, algumas histórias não ficam por contar, como a de uma localidade onde a campanha, a uma dada altura, revela que haviam mais comunistas na organização do que os indicados pelas fichas de inscrição. Neste momento, actualizaram os dados dos membros e estabeleceram ligação com outros, «vão a 140 por cento da meta», graceja Luís Quintino.
António da Silva conta como faz chegar o Avante! a um camarada que foi residir para outro concelho, «onde também tenho uma filha a morar, que concordou em levar-lhe todas as semanas o jornal».
«Em Espinho já cooptámos para a comissão de freguesia mais cinco camaradas», recorda Dário Reis entusiasmado pela dinâmica que isso pode trazer à casa do PCP.
Uma casa onde nasceram muitos dos habitantes de Espinho, revive António da Silva, pois antes de ser o Centro de Trabalho do Partido foi a maternidade da cidade.
Todos os que se envolvem na procura de camaradas de quem há muito já não se sabe têm experiências que merecem ser contadas, ora pela criatividade das soluções arranjadas, ora pelo peso e importância que representam num contexto específico.
Antes de partirmos de regresso a Lisboa, ficamos um pouco mais há conversa com os três entrevistados.
Talvez pelo tom descontraído, algumas histórias não ficam por contar, como a de uma localidade onde a campanha, a uma dada altura, revela que haviam mais comunistas na organização do que os indicados pelas fichas de inscrição. Neste momento, actualizaram os dados dos membros e estabeleceram ligação com outros, «vão a 140 por cento da meta», graceja Luís Quintino.
António da Silva conta como faz chegar o Avante! a um camarada que foi residir para outro concelho, «onde também tenho uma filha a morar, que concordou em levar-lhe todas as semanas o jornal».
«Em Espinho já cooptámos para a comissão de freguesia mais cinco camaradas», recorda Dário Reis entusiasmado pela dinâmica que isso pode trazer à casa do PCP.
Uma casa onde nasceram muitos dos habitantes de Espinho, revive António da Silva, pois antes de ser o Centro de Trabalho do Partido foi a maternidade da cidade.