Avaliação polémica
A Federação Nacional dos Professores (FENPROF) defendeu segunda-feira a realização de uma auditoria ao concurso para colocação de professores dos 2.º e 3.º ciclos dos ensinos básico e secundário.
Numa carta aberta dirigida ao ministro da Educação, a FENPROF requereu a auditoria para se apurar o que «efectivamente se passou» com aquele concurso e proceder à «consequente responsabilização».
Citando dados do próprio Ministério quanto aos horários (completos e incompletos) ainda a concurso, porque «não foram colocados 99 por cento dos candidatos», a FENPROF reafirmou haver pelo menos 227 925 alunos que continuam sem professores.
Com a auditoria, sustenta a FENPROF, o ministro da tutela «terá uma avaliação sobre o mais polémico dos concursos de professores alguma vez realizado» que lhe permitam evitar «a repetição do que sucedeu» este ano.
Numa carta aberta dirigida ao ministro da Educação, a FENPROF requereu a auditoria para se apurar o que «efectivamente se passou» com aquele concurso e proceder à «consequente responsabilização».
Citando dados do próprio Ministério quanto aos horários (completos e incompletos) ainda a concurso, porque «não foram colocados 99 por cento dos candidatos», a FENPROF reafirmou haver pelo menos 227 925 alunos que continuam sem professores.
Com a auditoria, sustenta a FENPROF, o ministro da tutela «terá uma avaliação sobre o mais polémico dos concursos de professores alguma vez realizado» que lhe permitam evitar «a repetição do que sucedeu» este ano.