«Contem com a nossa força»
Vítor Proença, 56 anos, gestor na área da comunicação, é o cabeça de lista da CDU à Câmara de Alcácer do Sal, e António Baloma o primeiro nome para a Assembleia Municipal. José Casimiro Cobra é o mandatário da candidatura da CDU no concelho.
«Consigo, com todos, pretendemos mudar para melhor o rumo desta terra milenar. Queremos que Alcácer do Sal volte a ser um município com vida, em que as pessoas tenham orgulho nesta terra tão rica de recursos. Queremos que Alcácer do Sal seja promovida, seja respeitada e se transforme num município convidativo, criador de oportunidades para todos, designadamente para os jovens. Queremos que Alcácer do Sal atraia investimentos, afirmando-se no País e na Europa», refere, numa carta aos munícipes, o candidato que, nos últimos 12 anos, exerceu as funções de presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém.
«Essas e outras funções de elevada responsabilidade deram-me um profundo conhecimento do Litoral Alentejano, com uma acumulada e rica experiência das instituições, dos dossiês comunitários, do complexo quadro político e legal que se exige a um presidente de Câmara», salienta Vítor Proença, frisando: «Contem com a nossa força para estar na primeira linha a lutar por tudo o que traga serviços públicos e mais-valias para o concelho».
«À estafada e moribunda gestão PS que nos últimos anos conduziu este município ao imobilismo, responderemos com uma nova atitude perante as pessoas. Responderemos com um projecto novo para dar vida a Alcácer do Sal», afirmou, anunciando os «quatro pilares de um novo rumo para o município»: «Alcácer do Sal com uma nova dimensão turística e um destino de excelência», «uma nova atitude sobre a economia e as oportunidades de emprego», «um município que assuma uma nova via no quotidiano das pessoas» e «um município com uma nova atitude e um outro relacionamento».
Excerto da carta aos trabalhadores da Câmara e da EMSUAS
Defender os postos de trabalho
«Somos uma candidatura que aposta forte na qualidade de tudo o que faz e que actuará com planeamento e monitorização, para ser útil e funcional para os cidadãos. Como sabemos, a governação nacional tem agravado sucessivamente as condições laborais dos funcionários públicos e em particular a vida dos trabalhadores das autarquias. Por isso, garanto que tudo faremos para governar defendendo os postos de trabalho e os direitos legais, hoje reduzidos e ameaçados.
«Defendo que é indispensável assumir uma governação local que, entre outras práticas, desenvolva:
- A defesa intransigente de todos os postos de trabalho agora ameaçados;
- Incentivos à criação da componente associativa dos Serviços Sociais, com apoios concretos que beneficiem os trabalhadores;
- Uma nova atitude perante os trabalhadores, contando com todos e combatendo medos e exclusões».