Intervenção urgente nas escolas
A Organização de Viseu da JCP têm vindo a alertar, através dos seus Boletins de Escola, para a necessidade de «intervenção urgente», por parte do Ministério da Educação, em algumas escolas públicas da região.
Agora, em nota de imprensa, perante a deterioração cada vez mais agravada dos estabelecimentos, os jovens comunistas exigem «obras nas escolas que correspondam às necessidades», e defendem que as mesmas não devem ser «entregues a nenhuma “Parque Escolar”», sob a pena de se passar a pagar rendas extraordinárias (em média 500 mil euros por ano).
«Este início de ano ficou marcado por um corte no financiamento para a Educação de mais de 1125 milhões de euros, comparativamente ao ano passado», relembra, no documento, a JCP, dando conta do agravamento do «número de escolas onde não existem cadeiras e mesas suficientes para todos os estudantes, devido ao aumento de alunos por turma».
No seu dia a dia, os estudantes são ainda confrontados com «a falta de funcionários e professores», com aquecedores que não são ligados «porque não há dinheiro para pagar as facturas de electricidade», com «obras paradas por falta de dinheiro», com «escolas onde se agrava a falta de qualidade da comida nas cantinas, onde aumentam os preços nos bares e reprografias, onde os estudantes passam graves dificuldades financeiras para pagar os custos de ensino».
Acção no Seixal
Legenda: No dia 1 de Fevereiro realizou-se na Escola Secundária Dr. José Afonso, no Seixal, um grandioso protesto por mais funcionários na escola e contra a falta de financiamento na Educação.