Contra a chantagem
O futuro dos trabalhadores do grupo Investvar não pode continuar a servir de arma de arremesso para «estratégias obscuras», realça o PCP, que esteve segunda-feira junto às instalações da empresa, em Esmoriz, a distribuir um comunicado conjunto da célula e da Comissão Concelhia de Ovar.
Na sequência da inviabilização, por parte do Banco Espírito Santo, da alienação da DCB pela Move-On, «voltaram as ameaças e a chantagem», acusa o PCP: «Não há garantia do pagamento dos salários de Abril; ameaça-se novamente com a suspensão da laboração da Investshoes, com o recurso a novo lay-off; dá-se como certo o encerramento das fábricas de Castelo de Paiva, a Ilpe Ibérica e a Glovar.»
Ao mesmo tempo, acrescentam os comunistas, são desactivados sectores inteiros da fábrica (lotes 2 e 3), cujo recheio vai desaparecendo progressivamente. A fábrica em Portugal está a «meio gás», enquanto que a unidade indiana labora em pleno, o que, para o PCP, deixa clara uma estratégia de «deslocalização de toda a produção para a Índia com uma descapitalização completa das empresas sediadas em Portugal». Aos trabalhadores estará destinado o despedimento sem garantia dos seus direitos, já que deixaram «temporariamente» de ter vínculo com a sua empresa, a DCB, que foi considerada insolvente. Todo este «cenário», afirmam os comunistas, «parece decalcado de situações anteriores em tudo semelhantes».
Perante mais este ataque contra os trabalhadores e os seus direitos, o PCP exige que os trabalhadores sejam informados de tudo o que se está a passar, ao mesmo tempo que apela à união de todos em torno da defesa dos seus postos de trabalho.
Na sequência da inviabilização, por parte do Banco Espírito Santo, da alienação da DCB pela Move-On, «voltaram as ameaças e a chantagem», acusa o PCP: «Não há garantia do pagamento dos salários de Abril; ameaça-se novamente com a suspensão da laboração da Investshoes, com o recurso a novo lay-off; dá-se como certo o encerramento das fábricas de Castelo de Paiva, a Ilpe Ibérica e a Glovar.»
Ao mesmo tempo, acrescentam os comunistas, são desactivados sectores inteiros da fábrica (lotes 2 e 3), cujo recheio vai desaparecendo progressivamente. A fábrica em Portugal está a «meio gás», enquanto que a unidade indiana labora em pleno, o que, para o PCP, deixa clara uma estratégia de «deslocalização de toda a produção para a Índia com uma descapitalização completa das empresas sediadas em Portugal». Aos trabalhadores estará destinado o despedimento sem garantia dos seus direitos, já que deixaram «temporariamente» de ter vínculo com a sua empresa, a DCB, que foi considerada insolvente. Todo este «cenário», afirmam os comunistas, «parece decalcado de situações anteriores em tudo semelhantes».
Perante mais este ataque contra os trabalhadores e os seus direitos, o PCP exige que os trabalhadores sejam informados de tudo o que se está a passar, ao mesmo tempo que apela à união de todos em torno da defesa dos seus postos de trabalho.