Solidário com os que lutam
O PCP está solidário com os trabalhadores da cerâmica Ceres, sediada no concelho de Coimbra, pela garantia dos seus direitos. Durante anos uma «referência importante» no concelho, a Ceres encerrou recentemente devido, por um lado, à «incapacidade e má gestão das administrações» e, por outro, à falta de empenhamento do Governo PS na sua viabilização», acusa o PCP num comunicado dirigido aos trabalhadores da empresa.
Para os comunistas, o encerramento não pode de forma nenhuma ser imputado aos trabalhadores. É, aliás, sobejamente conhecido o esforço e a luta dos trabalhadores para que as diversas entidades e o Governo acelerassem todo o processo de modo a que a empresa se pudesse candidatar a fundos de investimento». A paciência demonstrada quanto aos sucessivos adiamentos da reabertura da empresa e salários em atraso sustentam esta afirmação.
Do outro lado, sustenta o PCP, a administração «não cumpriu»: «queimou prazo atrás de prazo, compromisso atrás de compromisso e em vez de diminuir o passivo da empresa ainda o aumentou, hipotecando o património».
No mesmo dia, 31 de Março, os comunistas distribuíram um comunicado aos trabalhadores da Poceram, igualmente de Coimbra, que declarou falência recentemente, deixando no desemprego 153 trabalhadores. O PCP não compreende como foi possível a esta empresa cerâmica, «que ainda há meia dúzia de anos construiu uma nova unidade na Figueira da Foz, declare agora insolvência, mesmo depois da venda dessa unidade».
Os comunistas querem conhecer melhor os contornos de um processo que levou a que uma doação das instalações a uma entidade bancária tivesse como desfecho o pagamento mensal de 49 mil euros por algo que antes a empresa possuía e a perda de património. O PCP exige que tudo isto seja investigado e que sejam apuradas responsabilidades. E também que sejam pagos todos os direitos aos trabalhadores – que nada tiveram a ver com a situação da empresa, mas que são os principais prejudicados.
Em Viseu, o Secretariado da Direcção da Organização Regional do PCP saudou os ex-trabalhadores da Empresa Nacional de Urânio (ENU) pela importante vitória alcançada no dia 25, quando foi aprovada na generalidade, na Assembleia da República, a proposta do PCP que propunha a alteração do regime jurídico de acesso às pensões de velhice e invalidez destes trabalhadores. Para os comunistas, tal vitória só foi possível graças à sua «justa, corajosa e persistente luta».
Para os comunistas, o encerramento não pode de forma nenhuma ser imputado aos trabalhadores. É, aliás, sobejamente conhecido o esforço e a luta dos trabalhadores para que as diversas entidades e o Governo acelerassem todo o processo de modo a que a empresa se pudesse candidatar a fundos de investimento». A paciência demonstrada quanto aos sucessivos adiamentos da reabertura da empresa e salários em atraso sustentam esta afirmação.
Do outro lado, sustenta o PCP, a administração «não cumpriu»: «queimou prazo atrás de prazo, compromisso atrás de compromisso e em vez de diminuir o passivo da empresa ainda o aumentou, hipotecando o património».
No mesmo dia, 31 de Março, os comunistas distribuíram um comunicado aos trabalhadores da Poceram, igualmente de Coimbra, que declarou falência recentemente, deixando no desemprego 153 trabalhadores. O PCP não compreende como foi possível a esta empresa cerâmica, «que ainda há meia dúzia de anos construiu uma nova unidade na Figueira da Foz, declare agora insolvência, mesmo depois da venda dessa unidade».
Os comunistas querem conhecer melhor os contornos de um processo que levou a que uma doação das instalações a uma entidade bancária tivesse como desfecho o pagamento mensal de 49 mil euros por algo que antes a empresa possuía e a perda de património. O PCP exige que tudo isto seja investigado e que sejam apuradas responsabilidades. E também que sejam pagos todos os direitos aos trabalhadores – que nada tiveram a ver com a situação da empresa, mas que são os principais prejudicados.
Em Viseu, o Secretariado da Direcção da Organização Regional do PCP saudou os ex-trabalhadores da Empresa Nacional de Urânio (ENU) pela importante vitória alcançada no dia 25, quando foi aprovada na generalidade, na Assembleia da República, a proposta do PCP que propunha a alteração do regime jurídico de acesso às pensões de velhice e invalidez destes trabalhadores. Para os comunistas, tal vitória só foi possível graças à sua «justa, corajosa e persistente luta».