«Aqui há precariedade!»
Os comunistas do distrito de Leiria realizaram, no dia 3 de Março, um Roteiro da Precariedade, denunciando as empresas que, na região, mais abusam de recibos verdes, contratos a prazo, subcontratação ou outros expedientes do género. Nos comunicados distribuídos aos trabalhadores de várias destas empresas, o PCP chamava a atenção para o facto de uma hora de trabalho de um trabalhador precário custar cerca de 40 por cento a menos do que um igual período de trabalho prestado por alguém que possui um vínculo efectivo.
Aos muitos jovens que prestam serviço naquelas empresas – e são eles grande parte dos trabalhadores precários – os comunistas destacam, nos comunicados, a jornada de luta de dia 26, em Lisboa. Junto a todas as empresas «visitadas», foi colocada uma faixa denunciando que «Aqui há trabalho precário!».
A jornada iniciou-se cedo, em Peniche, junto às instalações da ESIP. Nesta empresa, como se referia no comunicado específico distribuído aos trabalhadores, 60 por cento dos 700 trabalhadores têm um vínculo precário, mesmo ocupando postos de trabalho permanentes.
Em seguida, a comitiva comunista passou pela Mat-Cerâmica, na Batalha, e pelo Hospital de Santo André, em Leiria, onde colocaram as faixas, rumando depois para a Key Plastics, igualmente na capital do distrito. Aqui, dos cerca de 800 trabalhadores, metade está em situação precária. Recentemente, a Key Plastics esteve em lay-off e despediu trabalhadores, alegando, em ambos os casos, redução de encomendas. Mas o que se verifica, afirma o PCP, é que nunca a empresa teve necessidade de seguir este caminho, fazendo-o apenas para aumentar os seus lucros.
A empresa seguinte foi a Secil/CMP, em Maceira, onde 10 por cento dos mais de 400 trabalhadores são precários. Também aqui foi decretado o lay-off e vários trabalhadores foram despedidos e também aqui só a gula de lucros justifica tais acções. Em ambos os casos, denuncia o PCP, o Código do Trabalho facilita estas atitudes do patronato.
O dia terminou na Iber-Oleff, onde o trabalho precário é igualmente relevante.
Aos muitos jovens que prestam serviço naquelas empresas – e são eles grande parte dos trabalhadores precários – os comunistas destacam, nos comunicados, a jornada de luta de dia 26, em Lisboa. Junto a todas as empresas «visitadas», foi colocada uma faixa denunciando que «Aqui há trabalho precário!».
A jornada iniciou-se cedo, em Peniche, junto às instalações da ESIP. Nesta empresa, como se referia no comunicado específico distribuído aos trabalhadores, 60 por cento dos 700 trabalhadores têm um vínculo precário, mesmo ocupando postos de trabalho permanentes.
Em seguida, a comitiva comunista passou pela Mat-Cerâmica, na Batalha, e pelo Hospital de Santo André, em Leiria, onde colocaram as faixas, rumando depois para a Key Plastics, igualmente na capital do distrito. Aqui, dos cerca de 800 trabalhadores, metade está em situação precária. Recentemente, a Key Plastics esteve em lay-off e despediu trabalhadores, alegando, em ambos os casos, redução de encomendas. Mas o que se verifica, afirma o PCP, é que nunca a empresa teve necessidade de seguir este caminho, fazendo-o apenas para aumentar os seus lucros.
A empresa seguinte foi a Secil/CMP, em Maceira, onde 10 por cento dos mais de 400 trabalhadores são precários. Também aqui foi decretado o lay-off e vários trabalhadores foram despedidos e também aqui só a gula de lucros justifica tais acções. Em ambos os casos, denuncia o PCP, o Código do Trabalho facilita estas atitudes do patronato.
O dia terminou na Iber-Oleff, onde o trabalho precário é igualmente relevante.