Um «plano» inaceitável
Os trabalhadores da Rohde não podem aceitar o despedimento de 500 trabalhadores, apresentado no «plano» proposto pela actual administração, alerta o PCP, lembrando que a esses 500 despedimentos propostos somam-se centenas de despedimentos do passado e os muitos despedimentos que, desta forma, serão inevitáveis no futuro.
A Comissão Concelhia de Santa Maria da Feira do PCP diz que os trabalhadores não podem também aceitar «o esbulho do dinheiro que a empresa lhes deve em troca de papéis sem valor», nem oferecer ao grande capital 60% desse dinheiro, para que os seus lucros permaneçam intocáveis nos bancos.
Enfim, com este «plano», diz o PCP, a empresa, depois de se apoderar da mais-valia da exploração dos trabalhadores, «despede, não paga salários, nem a maior parte das dívidas aos trabalhadores» para, no fim, encerrar e «tentar levar mais “algum” da venda das máquinas e edifícios».
«É falso» que o Governo nada possa fazer pela Rohde, como afirmou na Assembleia da República, acusa ainda o PCP. O que é preciso é um «plano de salvação» semelhante ao que «o Governo PS fez para salvar os banqueiros do BPN» e decidir uma intervenção da Caixa Geral de Depósitos, «que mantenha a empresa a funcionar com todos os seus trabalhadores, que reorganize a produção e viabilize a Rohde!». Isto, garantindo que os direitos dos trabalhadores são respeitados e acautelados e que a maior unidade produtiva da indústria do calçado continua a produzir.
Qualquer outro caminho «leva ao encerramento da empresa, ao desemprego de todos os seus trabalhadores e a mais pobreza em Santa Maria da Feira», conclui a Concelhia do PCP.
A Comissão Concelhia de Santa Maria da Feira do PCP diz que os trabalhadores não podem também aceitar «o esbulho do dinheiro que a empresa lhes deve em troca de papéis sem valor», nem oferecer ao grande capital 60% desse dinheiro, para que os seus lucros permaneçam intocáveis nos bancos.
Enfim, com este «plano», diz o PCP, a empresa, depois de se apoderar da mais-valia da exploração dos trabalhadores, «despede, não paga salários, nem a maior parte das dívidas aos trabalhadores» para, no fim, encerrar e «tentar levar mais “algum” da venda das máquinas e edifícios».
«É falso» que o Governo nada possa fazer pela Rohde, como afirmou na Assembleia da República, acusa ainda o PCP. O que é preciso é um «plano de salvação» semelhante ao que «o Governo PS fez para salvar os banqueiros do BPN» e decidir uma intervenção da Caixa Geral de Depósitos, «que mantenha a empresa a funcionar com todos os seus trabalhadores, que reorganize a produção e viabilize a Rohde!». Isto, garantindo que os direitos dos trabalhadores são respeitados e acautelados e que a maior unidade produtiva da indústria do calçado continua a produzir.
Qualquer outro caminho «leva ao encerramento da empresa, ao desemprego de todos os seus trabalhadores e a mais pobreza em Santa Maria da Feira», conclui a Concelhia do PCP.