«Abandono» do Mosteiro Benedito
A propósito do «abandono» do Mosteiro Benedito, em Santo André de Rendufe, Agostinho Lopes alertou para a política cultural seguida pelos sucessivos governos do PS e do PSD/CDS.
Defesa do património histórico e cultural da região
Em declaração política, o cabeça de lista da CDU pelo círculo eleitoral de Braga recordou que o Grupo Parlamentar do PCP levantou, há 10 anos, pela primeira vez, o «problema», através de um requerimento junto do Ministério da Cultura.
Seguiram-se inúmeros outros requerimentos e perguntas, propostas em sede de discussão do PIDDAC, e questionamentos aos ministros da cultura, nomeadamente sobre um projecto de recuperação e defesa do Mosteiro, inscrito em PIDDAC e com a participação de três milhões de euros de financiamento comunitário, que, pura e simplesmente, «se desfizeram em fumo, apesar de uma placa que durante anos assinalou a existência de verbas do orçamento público para a realização da primeira fase da obra».
«Tudo em vão. Passados estes anos, o Mosteiro, património nacional, continua em risco de ruir, sem que o Governo assuma as suas irrecusáveis responsabilidades», acusou Agostinho Lopes, lembrando que este «comportamento» face ao Mosteiro de Rendufe «não é caso único».
Entre as principais críticas, apontadas pelo deputado do PCP, consta, entre outros, o rebaixamento da «autonomia orgânica dos museus da região» e a «insuficiência de meios para assegurar a estabilidade dos recursos humanos das unidades museológicas». Alertou, de igual forma, para o abandono do Complexo das Sete Fontes, «que se tornou particularmente notório, com a acelerada abertura das obras do novo Hospital de Braga», para a «não assumpção dos compromissos para a Fundação Martins Sarmento de Guimarães» e para a «falta de apoio às feiras do livro do distrito».
«O PCP vai continuar a bater-se pela intransigente defesa do património histórico e cultural da região, material e imaterial, exigindo as respostas orçamentais e de organização do Ministério da Cultura, capazes de responder às exigentes solicitações do distrito, para o total aproveitamento das suas inesgotáveis potencialidades culturais», prometeu o candidato da CDU, sublinhando que é «necessário» e «urgente» romper «com esta política de desresponsabilização e asfixia financeira, de esvaziamento e secundarização da cultura».
Seguiram-se inúmeros outros requerimentos e perguntas, propostas em sede de discussão do PIDDAC, e questionamentos aos ministros da cultura, nomeadamente sobre um projecto de recuperação e defesa do Mosteiro, inscrito em PIDDAC e com a participação de três milhões de euros de financiamento comunitário, que, pura e simplesmente, «se desfizeram em fumo, apesar de uma placa que durante anos assinalou a existência de verbas do orçamento público para a realização da primeira fase da obra».
«Tudo em vão. Passados estes anos, o Mosteiro, património nacional, continua em risco de ruir, sem que o Governo assuma as suas irrecusáveis responsabilidades», acusou Agostinho Lopes, lembrando que este «comportamento» face ao Mosteiro de Rendufe «não é caso único».
Entre as principais críticas, apontadas pelo deputado do PCP, consta, entre outros, o rebaixamento da «autonomia orgânica dos museus da região» e a «insuficiência de meios para assegurar a estabilidade dos recursos humanos das unidades museológicas». Alertou, de igual forma, para o abandono do Complexo das Sete Fontes, «que se tornou particularmente notório, com a acelerada abertura das obras do novo Hospital de Braga», para a «não assumpção dos compromissos para a Fundação Martins Sarmento de Guimarães» e para a «falta de apoio às feiras do livro do distrito».
«O PCP vai continuar a bater-se pela intransigente defesa do património histórico e cultural da região, material e imaterial, exigindo as respostas orçamentais e de organização do Ministério da Cultura, capazes de responder às exigentes solicitações do distrito, para o total aproveitamento das suas inesgotáveis potencialidades culturais», prometeu o candidato da CDU, sublinhando que é «necessário» e «urgente» romper «com esta política de desresponsabilização e asfixia financeira, de esvaziamento e secundarização da cultura».