Comunistas de Boticas elegeram Comissão Concelhia
Mais de meia centena de militantes e simpatizantes do Partido participaram na 1.ª Assembleia da Organização Concelhia de Boticas do PCP. Estiveram presentes o responsável pela Direcção da Organização Regional de Vila Real e membro do Comité Central, Mário Costa, e Agostinho Lopes, da Comissão Política. Após a assembleia, comemorou-se o aniversário do Partido, num convívio aberto à população.
Na primeira intervenção, passou-se em revista a actividade dos comunistas no concelho, onde se realçou a sua acção dinamizadora no movimento associativo dos baldios ou na Filarmónica de Dornelas. Esta acção teve sempre a forte oposição da câmara municipal, acusou-se na reunião. Esta tem uma prática discriminatória, que fica clara com a não transferência, nos últimos 10 anos, de qualquer verba para a única junta de Freguesia que não é do PSD – a Junta de Freguesia de Dornelas.
Noutras intervenções, foram veemente condenadas as políticas do actual governo do PS, no que concerne à privatização dos recursos hídricos; encerramento das escolas nos meios rurais, maternidades e SAP’s, postos da GNR e Correios. Foi também alvo de crítica a intervenção da ASAE que, a não ser regulamentada, põe em causa o modelo de agricultura familiar, a pequena produção caseira e o pequeno comércio.
A análise da situação política nacional foi feita por Agostinho Lopes, que destacou a Marcha Liberdade e Democracia e a forte resistência dos trabalhadores e outras camadas populares à política do PS. Foi ainda referida a necessidade do envolvimento e empenho da organização na preparação do XVIII Congresso do Partido.
Foi aprovada por unanimidade a Comissão Concelhia, composta por sete elementos. Após a eleição do organismo, foram aprovadas as linhas de trabalho para o futuro. As prioridades são o recrutamento, o acompanhamento dos comunistas que participam em órgãos autárquicos, sociais e culturais, as comemorações do 25 de Abril e a preparação do Congresso.
Na primeira intervenção, passou-se em revista a actividade dos comunistas no concelho, onde se realçou a sua acção dinamizadora no movimento associativo dos baldios ou na Filarmónica de Dornelas. Esta acção teve sempre a forte oposição da câmara municipal, acusou-se na reunião. Esta tem uma prática discriminatória, que fica clara com a não transferência, nos últimos 10 anos, de qualquer verba para a única junta de Freguesia que não é do PSD – a Junta de Freguesia de Dornelas.
Noutras intervenções, foram veemente condenadas as políticas do actual governo do PS, no que concerne à privatização dos recursos hídricos; encerramento das escolas nos meios rurais, maternidades e SAP’s, postos da GNR e Correios. Foi também alvo de crítica a intervenção da ASAE que, a não ser regulamentada, põe em causa o modelo de agricultura familiar, a pequena produção caseira e o pequeno comércio.
A análise da situação política nacional foi feita por Agostinho Lopes, que destacou a Marcha Liberdade e Democracia e a forte resistência dos trabalhadores e outras camadas populares à política do PS. Foi ainda referida a necessidade do envolvimento e empenho da organização na preparação do XVIII Congresso do Partido.
Foi aprovada por unanimidade a Comissão Concelhia, composta por sete elementos. Após a eleição do organismo, foram aprovadas as linhas de trabalho para o futuro. As prioridades são o recrutamento, o acompanhamento dos comunistas que participam em órgãos autárquicos, sociais e culturais, as comemorações do 25 de Abril e a preparação do Congresso.