Intervir nas empresas
Em várias empresas e sectores de Lisboa, os comunistas estão a editar boletins de célula ou sector, intervindo desta forma junto dos trabalhadores.
Apesar das dificuldades no sector, a célula do Shopping dos Olivais distribuiu o boletim
A célula do Partido no Shopping dos Olivais editou um boletim onde denuncia os horários ilegais praticados naquele estabelecimento comercial. Apesar de no contrato colectivo do comércio retalhista dos concelhos de Lisboa e Cascais estar definido que o horário semanal é de 40 horas, os comunistas denunciam que os trabalhadores fazem mais de 8 horas por dia. Também o horário de almoço não é respeitado, havendo lojas que não fecham durante esse período.
No boletim, a célula comunista alerta para o conteúdo do relatório da Comissão do Livro Branco para as Relações Laborais. Na opinião dos comunistas trabalhadores do Shopping dos Olivais, o que o relatório prevê é embaratecer os custos do trabalho, colocar nas mãos do patronato o poder para fixar horários, destruir a contratação colectiva e despedir mais facilmente e sem custos.
Num comunicado da célula do PCP na TAP/SPdH, é destacada a «importante vitória» alcançada pelos trabalhadores «após uma luta firme e consequente». Essa luta, para além de ter conseguido a actualização de 3 por cento para todos os trabalhadores, levou a que fossem aplicadas as evoluções das carreiras profissionais tal como dispõe o Acordo de Empresa.
Apesar da derrota, a Administração da empresa voltou à carga com novas propostas que prevêem o aumento da jornada de trabalho ou a diminuição do pagamento de baixas. Face a isto, o PCP apelou aos trabalhadores e aos sindicatos para que, em unidade, defendam os seus direitos.
Também os bancários comunistas da região de Lisboa editaram o seu boletim Intercâmbio. No Editorial denuncia-se a opção por negócios especulativos e os elevados lucros da banca, em contraste com os salários dos trabalhadores em geral, e dos bancários em particular. Para os comunistas, tal disparidade só é possível porque a situação sindical na banca «atingiu níveis de degradação inimagináveis, com o conluio existente entre os banqueiros, o Governo e os sindicatos da UGT».
No boletim, a célula comunista alerta para o conteúdo do relatório da Comissão do Livro Branco para as Relações Laborais. Na opinião dos comunistas trabalhadores do Shopping dos Olivais, o que o relatório prevê é embaratecer os custos do trabalho, colocar nas mãos do patronato o poder para fixar horários, destruir a contratação colectiva e despedir mais facilmente e sem custos.
Num comunicado da célula do PCP na TAP/SPdH, é destacada a «importante vitória» alcançada pelos trabalhadores «após uma luta firme e consequente». Essa luta, para além de ter conseguido a actualização de 3 por cento para todos os trabalhadores, levou a que fossem aplicadas as evoluções das carreiras profissionais tal como dispõe o Acordo de Empresa.
Apesar da derrota, a Administração da empresa voltou à carga com novas propostas que prevêem o aumento da jornada de trabalho ou a diminuição do pagamento de baixas. Face a isto, o PCP apelou aos trabalhadores e aos sindicatos para que, em unidade, defendam os seus direitos.
Também os bancários comunistas da região de Lisboa editaram o seu boletim Intercâmbio. No Editorial denuncia-se a opção por negócios especulativos e os elevados lucros da banca, em contraste com os salários dos trabalhadores em geral, e dos bancários em particular. Para os comunistas, tal disparidade só é possível porque a situação sindical na banca «atingiu níveis de degradação inimagináveis, com o conluio existente entre os banqueiros, o Governo e os sindicatos da UGT».