«Assumiremos todas as responsabilidades»
Mil e duzentas pessoas vindas de todo o Alentejo comemoraram em Santiago do Cacém o 87.º aniversário do PCP num grande almoço realizado no domingo, dia 16.
A alternativa à política de direita só é possível com o PCP
Sala cheia em Santiago do Cacém para o almoço comemorativo do aniversário do Partido organizado pela Direcção Regional do Alentejo do PCP, que reúne as quatro organizações regionais alentejanas – Beja, Évora, Portalegre e Litoral Alentejano. De todas estas regiões vieram militantes e simpatizantes, cerca de 1200, testemunhar que o reforço do Partido também se faz sentir no Alentejo.
Na intervenção de encerramento do comício que se seguiu ao almoço, Jerónimo de Sousa considerou o PCP como a «grande força da oposição a esta política e a este Governo», nas palavras e nas acções. Uma força «portadora de uma política e um projecto alternativo para o futuro do País».
Além disso, prosseguiu, o PCP é também a «grande força da liberdade e da democracia no nosso País». É assim não só pela sua «heróica história de resistência ao fascismo, pelo contributo que deu para a Revolução de Abril e a construção do regime democrático», mas também pela sua intervenção actual. O PCP assume, com a «coragem e a visão do futuro que o caracteriza, a denúncia, o alerta e a mobilização que se impõe nos tempos conturbados em que vivemos, na defesa da liberdade e da democracia, por um Portugal mais desenvolvido e mais justo».
Face ao que considerou ser a «falência» da política do Governo e o seu «crescente isolamento», Jerónimo de Sousa apelou à construção de um «caminho novo alternativo e uma solução nova». Para isto, afirmou, é necessária a «convergência com todos os que tenham como real propósito promover uma ruptura com tal política». Mas este caminho novo e solução, alertou, «só é possível com o PCP» e estará tão mais próximo e viável quanto maior for o seu reforço.
Em seguida, garantiu que os comunistas estão preparados para «assumir todas as responsabilidades como Partido de poder e de alternativa».
Programa e propostas
Jerónimo de Sousa lembrou que o PCP tem um Programa e uma política com propostas para «assegurar um País com futuro». Uma política que, realçou, tem como grandes objectivos o aumento do bem-estar e da qualidade de vida das populações. Tal seria realizado através de uma «justa repartição da riqueza, nomeadamente da revalorização dos salários e reformas, de uma adequada política fiscal e de Segurança Social e saúde e da elevação da qualidade dos serviços públicos em todo o território nacional».
Segundo Jerónimo de Sousa, a política do PCP tem na «concretização do pleno emprego e na melhoria da sua qualidade o primeiro e prioritário objectivo das políticas económicas». A valorização do trabalho e dos trabalhadores é «condição determinante para o desenvolvimento», assegurou.
Outros objectivos são a recuperação económica e o desenvolvimento do País, «assente num sustentado crescimento económico, através da intensificação e significativo crescimento do investimento público, da ampliação do mercado interno e do aumento da produtividade e da competitividade».
Lembrando que o PCP está mais forte, Jerónimo de Sousa concluiu: «Tal como demonstrámos que “sim, é possível um PCP mais forte”, também estamos convictos de que é possível construir, com o PCP, um País mais justo, mais democrático e mais desenvolvido.»
«Os alentejanos precisam de um PCP ainda mais forte»
Tal como na luta pelas 8 horas do campo, em 1962, ou na luta pela Reforma Agrária, após o 25 de Abril, também nos dias de hoje é o PCP a força política que continua a bater-se por um Alentejo «mais desenvolvido, mais justo e solidário». Quem o afirmou foi Fernando Carmosino, da Direcção Regional do Alentejo. Juntamente com a JCP, é o PCP que luta contra o encerramento de escolas, centros de Saúde, postos de segurança e outros serviços públicos ou por melhores condições de vida para os trabalhadores, os jovens, os reformados e as mulheres, destacou.
Para este dirigente comunista, os «alentejanos precisam de um PCP mais forte, ainda mais forte». E reafirmou alguns dos objectivos a cumprir, como o reforço da intervenção nos locais de trabalho, o recrutamento, a criação e dinamização de organismos partidários, a responsabilização de quadros, o aumento das receitas, a realização de assembleias das organizações, a difusão do Avante! e de O Militante ou o aumento da formação ideológica.
Para a preparação do Congresso, prosseguiu Fernando Carmosino, «todos os esforços devem levar ao máximo envolvimento dos militantes e organizações do nosso Partido».
Bruno Martins, da JCP, considerara já, na sua intervenção, serem os jovens os «alvos preferenciais» do Governo do PS. Nas escolas secundárias, combate-se os exames nacionais, o estatuto do aluno e exigem-se melhores condições e a implementação da Educação Sexual. Foi na defesa destes direitos que «mais de 15 mil estudantes saíram à rua um pouco por todo o País no dia 31 de Janeiro».
No Ensino Superior também se luta, lembrou o jovem comunista. Contra as propinas e Bolonha, contra o novo Regime Jurídico e a redução da participação dos estudantes. E é o seu repúdio pela politica educativa do Governo que os estudantes do Ensino Superior «irão demonstrar no dia 16 de Abril, com acções de luta por todo o País».
No próximo dia 28 de Março, é a juventude trabalhadora a sair à rua. No ano passado, lembrou Bruno Martins, foram 10 mil manifestantes. A deste ano terá de ser maior, desafiou.
Na intervenção de encerramento do comício que se seguiu ao almoço, Jerónimo de Sousa considerou o PCP como a «grande força da oposição a esta política e a este Governo», nas palavras e nas acções. Uma força «portadora de uma política e um projecto alternativo para o futuro do País».
Além disso, prosseguiu, o PCP é também a «grande força da liberdade e da democracia no nosso País». É assim não só pela sua «heróica história de resistência ao fascismo, pelo contributo que deu para a Revolução de Abril e a construção do regime democrático», mas também pela sua intervenção actual. O PCP assume, com a «coragem e a visão do futuro que o caracteriza, a denúncia, o alerta e a mobilização que se impõe nos tempos conturbados em que vivemos, na defesa da liberdade e da democracia, por um Portugal mais desenvolvido e mais justo».
Face ao que considerou ser a «falência» da política do Governo e o seu «crescente isolamento», Jerónimo de Sousa apelou à construção de um «caminho novo alternativo e uma solução nova». Para isto, afirmou, é necessária a «convergência com todos os que tenham como real propósito promover uma ruptura com tal política». Mas este caminho novo e solução, alertou, «só é possível com o PCP» e estará tão mais próximo e viável quanto maior for o seu reforço.
Em seguida, garantiu que os comunistas estão preparados para «assumir todas as responsabilidades como Partido de poder e de alternativa».
Programa e propostas
Jerónimo de Sousa lembrou que o PCP tem um Programa e uma política com propostas para «assegurar um País com futuro». Uma política que, realçou, tem como grandes objectivos o aumento do bem-estar e da qualidade de vida das populações. Tal seria realizado através de uma «justa repartição da riqueza, nomeadamente da revalorização dos salários e reformas, de uma adequada política fiscal e de Segurança Social e saúde e da elevação da qualidade dos serviços públicos em todo o território nacional».
Segundo Jerónimo de Sousa, a política do PCP tem na «concretização do pleno emprego e na melhoria da sua qualidade o primeiro e prioritário objectivo das políticas económicas». A valorização do trabalho e dos trabalhadores é «condição determinante para o desenvolvimento», assegurou.
Outros objectivos são a recuperação económica e o desenvolvimento do País, «assente num sustentado crescimento económico, através da intensificação e significativo crescimento do investimento público, da ampliação do mercado interno e do aumento da produtividade e da competitividade».
Lembrando que o PCP está mais forte, Jerónimo de Sousa concluiu: «Tal como demonstrámos que “sim, é possível um PCP mais forte”, também estamos convictos de que é possível construir, com o PCP, um País mais justo, mais democrático e mais desenvolvido.»
«Os alentejanos precisam de um PCP ainda mais forte»
Tal como na luta pelas 8 horas do campo, em 1962, ou na luta pela Reforma Agrária, após o 25 de Abril, também nos dias de hoje é o PCP a força política que continua a bater-se por um Alentejo «mais desenvolvido, mais justo e solidário». Quem o afirmou foi Fernando Carmosino, da Direcção Regional do Alentejo. Juntamente com a JCP, é o PCP que luta contra o encerramento de escolas, centros de Saúde, postos de segurança e outros serviços públicos ou por melhores condições de vida para os trabalhadores, os jovens, os reformados e as mulheres, destacou.
Para este dirigente comunista, os «alentejanos precisam de um PCP mais forte, ainda mais forte». E reafirmou alguns dos objectivos a cumprir, como o reforço da intervenção nos locais de trabalho, o recrutamento, a criação e dinamização de organismos partidários, a responsabilização de quadros, o aumento das receitas, a realização de assembleias das organizações, a difusão do Avante! e de O Militante ou o aumento da formação ideológica.
Para a preparação do Congresso, prosseguiu Fernando Carmosino, «todos os esforços devem levar ao máximo envolvimento dos militantes e organizações do nosso Partido».
Bruno Martins, da JCP, considerara já, na sua intervenção, serem os jovens os «alvos preferenciais» do Governo do PS. Nas escolas secundárias, combate-se os exames nacionais, o estatuto do aluno e exigem-se melhores condições e a implementação da Educação Sexual. Foi na defesa destes direitos que «mais de 15 mil estudantes saíram à rua um pouco por todo o País no dia 31 de Janeiro».
No Ensino Superior também se luta, lembrou o jovem comunista. Contra as propinas e Bolonha, contra o novo Regime Jurídico e a redução da participação dos estudantes. E é o seu repúdio pela politica educativa do Governo que os estudantes do Ensino Superior «irão demonstrar no dia 16 de Abril, com acções de luta por todo o País».
No próximo dia 28 de Março, é a juventude trabalhadora a sair à rua. No ano passado, lembrou Bruno Martins, foram 10 mil manifestantes. A deste ano terá de ser maior, desafiou.