Desenvolver a luta
Perante a difícil situação dos trabalhadores e do povo e face a crescentes injustiças sociais, que o Governo PS e os grupos económicos e financeiros pretendem agravar, é necessário intensificar, aprofundar e generalizar a luta.
As condições de vida dos trabalhadores portugueses são difíceis. Com o relatório final da Comissão do Livro Branco para as Relações Laborais, o Governo PS, em articulação com os interesses das associações patronais, revela um projecto que visa degradar ainda mais a situação dos trabalhadores. É a «flexigurança» à portuguesa.
O Código do Trabalho deixado pelo PSD e o CDS-PP já é suficientemente mau. O que é preciso é alterar os seus aspectos negativos, e não torná-lo ainda pior.
Uma força poderosa
O Governo e as associações patronais estão a contar com uma maioria absoluta. Mas a força organizada dos trabalhadores está em condições de derrotar a sua arrogância. Tal como noutros momentos das últimas décadas, em que sucessivos governos tentaram, mas não conseguiram, liberalizar os despedimentos e liquidar direitos dos trabalhadores, também agora este projecto pode ser derrotado.
A poderosa força organizada dos trabalhadores ficou demonstrada nos últimos anos. Houve:
- greves sectoriais de grande dimensão e impacto,
- importantes manifestações da juventude trabalhadora,
- múltiplas acções em defesa do Serviço Nacional de Saúde
- e, em particular, grandes expressões nacionais da luta dos trabalhadores, de que se destacam a manifestação de 12 de Outubro de 2006 e, em 2007, a manifestação de 2 de Março, a greve geral de 30 de Maio e a manifestação de 18 de Outubro, que constituíram as mais importantes jornadas de luta das últimas décadas.
Este combate vai prosseguir e acentuar-se nos próximos meses, por responsabilidade do Governo e das associações patronais.
Nesta luta, como sempre, os trabalhadores podem contar com o PCP, a grande força da oposição a esta política e a este Governo - oposição, nas palavras e na acção, como partido portador de uma política e um projecto alternativos para o País.
Apoiar a acção ímpar do PCP
O PCP desenvolve uma acção inigualável, na defesa dos interesses e direitos dos trabalhadores:
- no trabalho para esclarecer, unir, organizar e mobilizar os trabalhadores e desenvolver a sua luta;
- no contacto à porta das empresas;
- na actuação dentro dos locais de trabalho;
- na intervenção política geral;
- na acção dos deputados comunistas na Assembleia da República e no Parlamento Europeu.
Para o PCP, o que se impõe é a adopção de uma visão progressista e de futuro, quanto às relações de trabalho:
- a revogação dos aspectos negativos do Código do Trabalho;
- a frontal oposição à sua alteração para pior
- e a afirmação do trabalho com direitos, como factor essencial de justiça social e como condição e objecto do desenvolvimento.
Só com o PCP e o reforço da sua organização e influência, é possível concretizar uma proposta política, adequada a patamares mais avançados de direitos e condições de vida, e um projecto alternativo para o País, construídos na acção política e na luta.
Em todas as situações, mesmo nos momentos mais difíceis, as classes e camadas sociais atingidas pela política de direita podem sempre contar com o PCP, partido da classe operária e de todos os trabalhadores, que age em função dos interesses dos trabalhadores, da juventude, do povo português, que estimula a sua participação e luta. Na actual situação, mais se justifica o apelo para esses portugueses e essas portuguesas agirem com o PCP, apoiarem o PCP e aderirem ao PCP, dizendo «basta de injustiças» e dando mais força à luta por um rumo de justiça social, desenvolvimento, liberdade e democracia, por um Portugal com futuro.
O Código do Trabalho deixado pelo PSD e o CDS-PP já é suficientemente mau. O que é preciso é alterar os seus aspectos negativos, e não torná-lo ainda pior.
Uma força poderosa
O Governo e as associações patronais estão a contar com uma maioria absoluta. Mas a força organizada dos trabalhadores está em condições de derrotar a sua arrogância. Tal como noutros momentos das últimas décadas, em que sucessivos governos tentaram, mas não conseguiram, liberalizar os despedimentos e liquidar direitos dos trabalhadores, também agora este projecto pode ser derrotado.
A poderosa força organizada dos trabalhadores ficou demonstrada nos últimos anos. Houve:
- greves sectoriais de grande dimensão e impacto,
- importantes manifestações da juventude trabalhadora,
- múltiplas acções em defesa do Serviço Nacional de Saúde
- e, em particular, grandes expressões nacionais da luta dos trabalhadores, de que se destacam a manifestação de 12 de Outubro de 2006 e, em 2007, a manifestação de 2 de Março, a greve geral de 30 de Maio e a manifestação de 18 de Outubro, que constituíram as mais importantes jornadas de luta das últimas décadas.
Este combate vai prosseguir e acentuar-se nos próximos meses, por responsabilidade do Governo e das associações patronais.
Nesta luta, como sempre, os trabalhadores podem contar com o PCP, a grande força da oposição a esta política e a este Governo - oposição, nas palavras e na acção, como partido portador de uma política e um projecto alternativos para o País.
Apoiar a acção ímpar do PCP
O PCP desenvolve uma acção inigualável, na defesa dos interesses e direitos dos trabalhadores:
- no trabalho para esclarecer, unir, organizar e mobilizar os trabalhadores e desenvolver a sua luta;
- no contacto à porta das empresas;
- na actuação dentro dos locais de trabalho;
- na intervenção política geral;
- na acção dos deputados comunistas na Assembleia da República e no Parlamento Europeu.
Para o PCP, o que se impõe é a adopção de uma visão progressista e de futuro, quanto às relações de trabalho:
- a revogação dos aspectos negativos do Código do Trabalho;
- a frontal oposição à sua alteração para pior
- e a afirmação do trabalho com direitos, como factor essencial de justiça social e como condição e objecto do desenvolvimento.
Só com o PCP e o reforço da sua organização e influência, é possível concretizar uma proposta política, adequada a patamares mais avançados de direitos e condições de vida, e um projecto alternativo para o País, construídos na acção política e na luta.
Em todas as situações, mesmo nos momentos mais difíceis, as classes e camadas sociais atingidas pela política de direita podem sempre contar com o PCP, partido da classe operária e de todos os trabalhadores, que age em função dos interesses dos trabalhadores, da juventude, do povo português, que estimula a sua participação e luta. Na actual situação, mais se justifica o apelo para esses portugueses e essas portuguesas agirem com o PCP, apoiarem o PCP e aderirem ao PCP, dizendo «basta de injustiças» e dando mais força à luta por um rumo de justiça social, desenvolvimento, liberdade e democracia, por um Portugal com futuro.