PCP quer toda a verdade
O PSD de Silves, em vez de procurar apurar a verdade sobre as acusações que recaem sobre a presidente da Câmara, limitou-se a apelidá-las de «vis calúnias» e a prestar total solidariedade à edil, a quem cabem de facto «inegáveis responsabilidades políticas» pelo que se tem passado na Câmara.
Foi «um mau serviço» que prestou à justiça, acusa a Comissão Concelhia de Silves do PCP, que considera ter constituído um «gravíssimo atropelo à lei» a emissão de largas centenas de facturas, «fraccionadas ilicitamente com valores sistematicamente inferiores a 5 mil euros, correspondendo a uma média de 11 obras por mês ao longo de quase 4 anos, todas elas adjudicadas sem concurso, e sempre ao mesmo empreiteiro, valores que no seu conjunto atingiram montante superior a 5 milhões de euros».
Outro atropelo igualmente grave foi, em sua opinião, a contracção de «factoring’s» (acordos de financiamento com diversos bancos), assinados pela própria presidente da Câmara, no montante global de 5 milhões de euros, que permitiram o pagamento da facturação à empresa Viga d´Ouro.
Mais, a presidente Isabel Soares «mentiu pelo menos duas vezes» ao negar, em sede de executivo municipal, a existência dos referidos «factoring´s», que decidiu não submeter a deliberação camarária, como a lei obriga e já fez com outros. Aliás, mentiu também quando afirmou ter sido a primeira a exigir o esclarecimento das «situações anómalas detectadas», denunciadas pela oposição e pela própria Assembleia Municipal no início de 2006, e já do domínio público. A verdade é que só depois de ameaçada pela Direcção-Geral de Finanças é que abriu «apressada e atabalhoadamente o inquérito».
O PCP, denunciando a «tentativa absurda de incriminar simples funcionários da autarquia» por aquelas infracções, exige o apuramento de toda a verdade, certo de que «se fará justiça».
Foi «um mau serviço» que prestou à justiça, acusa a Comissão Concelhia de Silves do PCP, que considera ter constituído um «gravíssimo atropelo à lei» a emissão de largas centenas de facturas, «fraccionadas ilicitamente com valores sistematicamente inferiores a 5 mil euros, correspondendo a uma média de 11 obras por mês ao longo de quase 4 anos, todas elas adjudicadas sem concurso, e sempre ao mesmo empreiteiro, valores que no seu conjunto atingiram montante superior a 5 milhões de euros».
Outro atropelo igualmente grave foi, em sua opinião, a contracção de «factoring’s» (acordos de financiamento com diversos bancos), assinados pela própria presidente da Câmara, no montante global de 5 milhões de euros, que permitiram o pagamento da facturação à empresa Viga d´Ouro.
Mais, a presidente Isabel Soares «mentiu pelo menos duas vezes» ao negar, em sede de executivo municipal, a existência dos referidos «factoring´s», que decidiu não submeter a deliberação camarária, como a lei obriga e já fez com outros. Aliás, mentiu também quando afirmou ter sido a primeira a exigir o esclarecimento das «situações anómalas detectadas», denunciadas pela oposição e pela própria Assembleia Municipal no início de 2006, e já do domínio público. A verdade é que só depois de ameaçada pela Direcção-Geral de Finanças é que abriu «apressada e atabalhoadamente o inquérito».
O PCP, denunciando a «tentativa absurda de incriminar simples funcionários da autarquia» por aquelas infracções, exige o apuramento de toda a verdade, certo de que «se fará justiça».