Professores comunistas realizam assembleia
A defesa da escola pública contra as ofensivas do Governo esteve em destaque na VII Assembleia da Organização dos Professores do Sector Intelectual de Lisboa do PCP, realizada no dia 27. Na reunião participaram 28 membros da organização, mais alguns simpatizantes do Partido e outros professores comunistas organizados noutras estruturas partidárias, num total de 39 pessoas.
A direcção, as moções sobre o referendo à despenalização da interrupção voluntária da gravidez e sobre a luta dos trabalhadores, e a resolução política foram aprovadas por unanimidade. No final, realizou-se um convívio dos participantes, com a presença de Jorge Pires, da Comissão Política.
Os professores comunistas de Lisboa acusam o Governo de desvalorizar a escola pública, em todos os graus de ensino. Para o PCP, apesar de a Lei de Bases da Educação ter sido vetada pelo Presidente da República, o Governo prossegue com a sua aplicação, através de medidas avulsas.
Os comunistas lembram que as linhas gerais desta lei – e da política governamental – são a privatização do ensino, «substituindo o conceito de escola pública por serviço público», e a satisfação do mercado de trabalho de acordo com um «modelo de desenvolvimento assente na mão-de-obra desqualificada e nos baixos salários».
Para o PCP, é claro que está em causa uma profunda reestruturação do sistema educativo: o Estado desresponsabiliza-se nas áreas da educação e ensino; o financiamento público do ensino privado aumenta; os critérios economicistas de tipo elitista prevalecem sobre os pedagógicos. A actuação deste e de anteriores governos agrava a crise na educação, acusa.
Para lutar pela escola pública, os professores comunistas consideram essencial reforçar o Partido e a presença dos professores comunistas nas escolas, junto dos seus colegas. Tecendo fortes críticas à direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, que acusa de ser reformista, a assembleia considerou «dever indeclinável dos professores comunistas contribuir para esclarecer e mobilizar os restantes professores no sentido de assegurar uma mudança no rumo da prática sindical».
A direcção, as moções sobre o referendo à despenalização da interrupção voluntária da gravidez e sobre a luta dos trabalhadores, e a resolução política foram aprovadas por unanimidade. No final, realizou-se um convívio dos participantes, com a presença de Jorge Pires, da Comissão Política.
Os professores comunistas de Lisboa acusam o Governo de desvalorizar a escola pública, em todos os graus de ensino. Para o PCP, apesar de a Lei de Bases da Educação ter sido vetada pelo Presidente da República, o Governo prossegue com a sua aplicação, através de medidas avulsas.
Os comunistas lembram que as linhas gerais desta lei – e da política governamental – são a privatização do ensino, «substituindo o conceito de escola pública por serviço público», e a satisfação do mercado de trabalho de acordo com um «modelo de desenvolvimento assente na mão-de-obra desqualificada e nos baixos salários».
Para o PCP, é claro que está em causa uma profunda reestruturação do sistema educativo: o Estado desresponsabiliza-se nas áreas da educação e ensino; o financiamento público do ensino privado aumenta; os critérios economicistas de tipo elitista prevalecem sobre os pedagógicos. A actuação deste e de anteriores governos agrava a crise na educação, acusa.
Para lutar pela escola pública, os professores comunistas consideram essencial reforçar o Partido e a presença dos professores comunistas nas escolas, junto dos seus colegas. Tecendo fortes críticas à direcção do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, que acusa de ser reformista, a assembleia considerou «dever indeclinável dos professores comunistas contribuir para esclarecer e mobilizar os restantes professores no sentido de assegurar uma mudança no rumo da prática sindical».