Menos uma empresa de cerâmica
A A. Santos, empresa de cerâmica das Caldas da Rainha, declarou falência e encerrou, deixando no desemprego 135 trabalhadores, que ainda não receberam o salário de Dezembro. Segundo denuncia o PCP, em nota da Comissão Concelhia local, os trabalhadores afirmam que a empresa tinha encomendas em carteira.
«Infelizmente, as preocupações não ficam por aqui, já que outras empresas ainda a laborar vêm revelando sérias dificuldades no pagamento atempado dos salários, o que deixa legítimas reservas quanto ao futuro da cerâmica nas Caldas da Rainha», denuncia a Comissão Concelhia do Partido. O PCP está solidário com os trabalhadores da A. Santos «neste momento difícil, bem como com todos os que, mês após mês, aguardam com ansiedade o dia (incerto) em que receberão os seus salários».
Os comunistas afirmam que tudo farão, nos órgãos de poder local e também na Assembleia da República, para que sejam tomadas as medidas necessárias para impedir este e outros encerramentos de empresas do sector produtivo do concelho.
O PCP exige uma aposta no diversificação e qualificação do tecido económico, criando condições para atrair novos investimentos produtivos e a defesa do sector cerâmico. Os comunistas lembram que o ano de 2006 várias foram as empresas do sector cerâmico a encerrar.
«Infelizmente, as preocupações não ficam por aqui, já que outras empresas ainda a laborar vêm revelando sérias dificuldades no pagamento atempado dos salários, o que deixa legítimas reservas quanto ao futuro da cerâmica nas Caldas da Rainha», denuncia a Comissão Concelhia do Partido. O PCP está solidário com os trabalhadores da A. Santos «neste momento difícil, bem como com todos os que, mês após mês, aguardam com ansiedade o dia (incerto) em que receberão os seus salários».
Os comunistas afirmam que tudo farão, nos órgãos de poder local e também na Assembleia da República, para que sejam tomadas as medidas necessárias para impedir este e outros encerramentos de empresas do sector produtivo do concelho.
O PCP exige uma aposta no diversificação e qualificação do tecido económico, criando condições para atrair novos investimentos produtivos e a defesa do sector cerâmico. Os comunistas lembram que o ano de 2006 várias foram as empresas do sector cerâmico a encerrar.