«Agora sim!»
Uma delegação do PCP entregou anteontem, na Comissão Nacional de Eleições, a declaração, exigida por lei, a formalizar a intenção de participar na campanha de esclarecimento para o referendo de 11 de Fevereiro, sobre a descriminalização da interrupção voluntária da gravidez.
Em declarações aos jornalistas, Fernanda Mateus, da Comissão Política do Partido, acusou as forças que defendem o «não» de tentarem introduzir elementos que falseiam o que está em questão e de recorrerem à manipulação e chantagem psicológica.
«Tudo faremos para provar que o que é necessário no referendo de 11 de Fevereiro é, através do “sim”, acabar com o aborto clandestino e com a criminalização, que ofende a dignidade das mulheres, e permitir que haja uma nova lei, que não violente a consciência de ninguém», declarou Fernanda Mateus. Integraram também a delegação os camaradas José Capucho e Manuela Pinto Ângelo, do Secretariado.
Em declarações aos jornalistas, Fernanda Mateus, da Comissão Política do Partido, acusou as forças que defendem o «não» de tentarem introduzir elementos que falseiam o que está em questão e de recorrerem à manipulação e chantagem psicológica.
«Tudo faremos para provar que o que é necessário no referendo de 11 de Fevereiro é, através do “sim”, acabar com o aborto clandestino e com a criminalização, que ofende a dignidade das mulheres, e permitir que haja uma nova lei, que não violente a consciência de ninguém», declarou Fernanda Mateus. Integraram também a delegação os camaradas José Capucho e Manuela Pinto Ângelo, do Secretariado.