Reestruturação consular

Contestação é geral

O plano de reestruturação consular apresentado pelo Governo está a suscitar grande revolta entre os emigrantes portugueses, a começar pelo Conselho Permanente das Comunidades Portuguesas, que imediatamente manifestou ao respectivo secretário de Estado a sua discordância com este plano, que prevê o encerramento de 6 consulados-gerais, 11 consulados, um escritório consular, a desclassificação de 7 consulados para vice-consulados e a criação de 11 consulados honorários.
Oposição imediata a este plano, expressaram também as organizações dos emigrantes comunistas, que acusam o Governo de prosseguir «numa linha de fragilização e desvalorização dos consulados».
Assim, enquanto o Organismo de Direcção dos Comunistas Portugueses Residentes na Alemanha se indigna com a redução a escritório consular do Consulado de Osnabrück – confirmando a sua extinção decretada pelo Governo do PSD/PP – o Organismo de Direcção do PCP na Região de Paris condena vivamente a intenção do Governo de suprimir os consulados de Nogente-Sur-Marne e Versailles.
Por sua vez, o Organismo de Direcção Nacional do PCP na Suíça, contesta a não existência de uma única medida de reforço da rede consular naquele país, nomeadamente no Ticino, cantão geograficamente muito isolado onde existe uma importante comunidade portuguesa.
Mas esta linha de encerramento e desvalorização dos consulados verifica-se igualmente fora da Europa, afirma o Organismo de Direcção do PCP no Brasil, referindo não apenas o Brasil mas também a África do Sul, a Namíbia, os Estados Unidos e as Bermudas.


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