PCP apresentou contas de 2005
O PCP apresentou ao Tribunal Constitucional as contas referentes ao ano de 2005, o primeiro desde que entrou em vigor a actual Lei do Financiamento dos Partidos Políticos e Campanhas Eleitorais, que introduziu limitações às receitas com origem na recolha militante de fundos e aumentou de forma escandalosa a subvenção estatal resultante dos actos eleitorais, favorecendo essencialmente PS e PSD.
Com as contas, consolidadas e globais, representativas da estrutura central e do conjunto das organizações do Partido, foram entregues, dia 31 de Maio, o parecer da Comissão Central de Controlo, o inventário anual do património do Partido e as listas discriminadas do património imobiliário, das receitas e despesas de angariação de fundos e das receitas e despesas das iniciativas especiais de angariação de fundos com oferta de bens e serviços.
As contas confirmam que o financiamento do PCP assenta, no fundamental, nas receitas próprias, que representam 71,5 por cento, numa receita total de 16.477.546,02 euros. Das subvenções estatais provieram 28,5 por cento. «As características das receitas partidárias constituem um elemento determinante para a manutenção do carácter de classe do nosso Partido e da sua independência política e ideológica», salienta a Comissão Administrativa e Financeira do PCP, na informação divulgada.
As diferentes rubricas das receitas próprias têm o seguinte peso relativo nas receitas globais: iniciativas de angariação de fundos - 23,76 por cento; contribuições de eleitos - 10,70 por cento; quotizações e contribuições de membros do Partido - 27,69 por cento; outras receitas - 37,85 por cento.
Nas despesas, cujo valor global é de 15.327.485,56 euros, o peso relativo de cada uma das rubricas é o seguinte: custo com pessoal - 29,28 por cento; fornecimentos e serviços externos - 20,49 por cento; custos com iniciativas de angariação de fundos - 9,32 por cento; impostos - 0,18 por cento; amortizações - 1,21 por cento; outras despesas (incluindo eleitorais) - 39,52 por cento.
O resultado líquido global foi de 1.150.060,46 euros, o qual «tem origem na situação excepcional de um volume de receitas extraordinárias, que compensaram a evolução negativa que, à semelhança de anos anteriores, as contas partidárias mantiveram, pese embora o esforço realizado pela generalidade das organizações e militantes do Partido que urge se intensifique no quadro da acção geral de reforço do Partido, “Sim, é possível um PCP mais forte!”», refere a CAF do Partido.
Com as contas, consolidadas e globais, representativas da estrutura central e do conjunto das organizações do Partido, foram entregues, dia 31 de Maio, o parecer da Comissão Central de Controlo, o inventário anual do património do Partido e as listas discriminadas do património imobiliário, das receitas e despesas de angariação de fundos e das receitas e despesas das iniciativas especiais de angariação de fundos com oferta de bens e serviços.
As contas confirmam que o financiamento do PCP assenta, no fundamental, nas receitas próprias, que representam 71,5 por cento, numa receita total de 16.477.546,02 euros. Das subvenções estatais provieram 28,5 por cento. «As características das receitas partidárias constituem um elemento determinante para a manutenção do carácter de classe do nosso Partido e da sua independência política e ideológica», salienta a Comissão Administrativa e Financeira do PCP, na informação divulgada.
As diferentes rubricas das receitas próprias têm o seguinte peso relativo nas receitas globais: iniciativas de angariação de fundos - 23,76 por cento; contribuições de eleitos - 10,70 por cento; quotizações e contribuições de membros do Partido - 27,69 por cento; outras receitas - 37,85 por cento.
Nas despesas, cujo valor global é de 15.327.485,56 euros, o peso relativo de cada uma das rubricas é o seguinte: custo com pessoal - 29,28 por cento; fornecimentos e serviços externos - 20,49 por cento; custos com iniciativas de angariação de fundos - 9,32 por cento; impostos - 0,18 por cento; amortizações - 1,21 por cento; outras despesas (incluindo eleitorais) - 39,52 por cento.
O resultado líquido global foi de 1.150.060,46 euros, o qual «tem origem na situação excepcional de um volume de receitas extraordinárias, que compensaram a evolução negativa que, à semelhança de anos anteriores, as contas partidárias mantiveram, pese embora o esforço realizado pela generalidade das organizações e militantes do Partido que urge se intensifique no quadro da acção geral de reforço do Partido, “Sim, é possível um PCP mais forte!”», refere a CAF do Partido.