«O Faísca» denuncia
O trabalho precário está a aumentar na Autoeuropa, com o lançamento do novo veículo EOS. Na verdade, apesar de a produção do EOS estar em curva ascendente, a administração tem procedido à contratação de trabalhadores através de empresas de trabalho temporário. Contratações ilegais, já que a legislação só as permite em caso de acréscimo temporário ou excepcional de produção, o que não é o caso.
A denúncia é feita pela Célula do PCP na Autoeuropa que, na sua folha informativa «O Faísca», de Maio, acusa ainda a empresa de não estar a respeitar os direitos destes trabalhadores, a auferir um salário inferior ao dos restantes.
Os comunistas indignam-se ainda com o artigo publicado no jornal Público, no dia 1 de Maio, assinado por António Chora, onde este, intitulando-se «coordenador da CT da Autoeuropa», faz uma série de afirmações que, além de mentirosas, «cheiram a favor». É o caso da afirmação de que haveria reuniões semanais com a administração, que prestaria à CT toda a informação solicitada. A verdade, lê-se em «O Faísca», é que à revelia da lei, a administração não fornece desde 2000 informações relativas aos dados económicos e financeiros da empresa, procurando impor negociações com base precisamente nesse desconhecimento. Daí que os comunistas não percebam por que incomoda tanto António Chora e os seus companheiros que os membros da lista C na CT defendam que esta exija da administração o fornecimento nomeadamente do Relatório e Contas de 2005, Orçamento e execução de 2005 e do Plano e Orçamento de 2006.
A denúncia é feita pela Célula do PCP na Autoeuropa que, na sua folha informativa «O Faísca», de Maio, acusa ainda a empresa de não estar a respeitar os direitos destes trabalhadores, a auferir um salário inferior ao dos restantes.
Os comunistas indignam-se ainda com o artigo publicado no jornal Público, no dia 1 de Maio, assinado por António Chora, onde este, intitulando-se «coordenador da CT da Autoeuropa», faz uma série de afirmações que, além de mentirosas, «cheiram a favor». É o caso da afirmação de que haveria reuniões semanais com a administração, que prestaria à CT toda a informação solicitada. A verdade, lê-se em «O Faísca», é que à revelia da lei, a administração não fornece desde 2000 informações relativas aos dados económicos e financeiros da empresa, procurando impor negociações com base precisamente nesse desconhecimento. Daí que os comunistas não percebam por que incomoda tanto António Chora e os seus companheiros que os membros da lista C na CT defendam que esta exija da administração o fornecimento nomeadamente do Relatório e Contas de 2005, Orçamento e execução de 2005 e do Plano e Orçamento de 2006.