Intervir mais e melhor
Representantes das organizações do PCP na Emigração na Europa, reunidos nos dias 20 e 21 de Maio, em Remich, no Luxemburgo, condenaram as políticas do Governo PS relativas à emigração, que agravam ainda mais as políticas do anterior governo PSD/PP.
Referido foi o facto de o Governo falar muito em reestruturação consular, mas continuar a adiar medidas para o reforço da rede consular, num momento em que se verifica um aumento significativo do número de portugueses que emigram em condições de grande precariedade, em resultado do desemprego e das condições económicas e sociais em Portugal.
Mais, o Governo, conforme declarações de alguns governantes, pensa continuar a encerrar postos consulares e não abre concursos para o preenchimento de vagas de trabalhadores e responsáveis, ao mesmo tempo que desrespeita os compromissos assumidos com o sindicato representativo dos trabalhadores consulares e das representações diplomáticas (STCDE).
«Particularmente preocupante» para os comunistas é a situação do ensino do português no estrangeiro, já que todos os sinais dados pelo Governo apontam para a desresponsabilização, ao mesmo tempo que insiste na nomeação dos coordenadores do ensino do português – provavelmente em função de afinidades políticas –, em vez de abrir concurso para a sua colocação. Mas, para já, o Governo devia era «centrar a sua atenção no próximo ano lectivo e só depois iniciar o processo de reforma do ensino do português», envolvendo nele as organizações sindicais e o Conselho das Comunidades Portuguesas.
As consequências para o País e para os emigrantes da directiva comunitária sobre as contas bancárias dos emigrantes em Portugal e a situação que impede a contagem do tempo de serviço militar aos ex-militares emigrantes para efeitos de reforma foram outras questões discutidas na reunião, que criou o Organismo de Coordenação na Emigração/Europa. O objectivo é «permitir uma melhor intervenção do PCP sobre as políticas para as comunidades portuguesas na Europa».
Referido foi o facto de o Governo falar muito em reestruturação consular, mas continuar a adiar medidas para o reforço da rede consular, num momento em que se verifica um aumento significativo do número de portugueses que emigram em condições de grande precariedade, em resultado do desemprego e das condições económicas e sociais em Portugal.
Mais, o Governo, conforme declarações de alguns governantes, pensa continuar a encerrar postos consulares e não abre concursos para o preenchimento de vagas de trabalhadores e responsáveis, ao mesmo tempo que desrespeita os compromissos assumidos com o sindicato representativo dos trabalhadores consulares e das representações diplomáticas (STCDE).
«Particularmente preocupante» para os comunistas é a situação do ensino do português no estrangeiro, já que todos os sinais dados pelo Governo apontam para a desresponsabilização, ao mesmo tempo que insiste na nomeação dos coordenadores do ensino do português – provavelmente em função de afinidades políticas –, em vez de abrir concurso para a sua colocação. Mas, para já, o Governo devia era «centrar a sua atenção no próximo ano lectivo e só depois iniciar o processo de reforma do ensino do português», envolvendo nele as organizações sindicais e o Conselho das Comunidades Portuguesas.
As consequências para o País e para os emigrantes da directiva comunitária sobre as contas bancárias dos emigrantes em Portugal e a situação que impede a contagem do tempo de serviço militar aos ex-militares emigrantes para efeitos de reforma foram outras questões discutidas na reunião, que criou o Organismo de Coordenação na Emigração/Europa. O objectivo é «permitir uma melhor intervenção do PCP sobre as políticas para as comunidades portuguesas na Europa».