Maternidade deve manter-se
A Direcção da Organização Regional de Vila Real do PCP está frontalmente contra a alteração da autonomia de gestão do Hospital de Chaves e o encerramento da sua Maternidade.
O Hospital de Chaves, lembra o PCP, serve uma população de cerca de 80 mil habitantes, correspondente a uma área geográfica de mais de metade do distrito de Vila Real, que necessita de melhorar as condições de vida, não que se lhes retire serviços de saúde. E o argumento de que, concluída a A/24, a deslocação das populações a Vila Real passa a fazer-se em apenas 40 minutos, dizem os comunistas, pois mesmo com a conclusão daquela auto-estrada, as populações de Montalegre, Valpaços, Boticas e freguesias do Concelho de Chaves ficam a mais de 1 hora e meia de Vila Real.
Tratam-se, pois, de medidas puramente economicista, claramente prejudiciais às populações da Região do Alto Tâmega, prossegue a DORVIR, que dá o seu inteiro apoio à Comissão de Luta eleita pela Assembleia Municipal de Chaves nas medidas que vier a tomar em defesa da autonomia daquele Hospital e da manutenção da sua maternidade. O PCP, por seu lado, tudo fará para que tais medidas sejam anuladas e se inicie um processo de planificação dos serviços hospitalares no distrito e da sua articulação funcional. Desafia ainda o PS e o PSD – que repartem entre si o domínio das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia da Região do Alto Tâmega – e os deputados desses partidos eleitos pela Região para que defendem igualmente estas reivindicações.
O Hospital de Chaves, lembra o PCP, serve uma população de cerca de 80 mil habitantes, correspondente a uma área geográfica de mais de metade do distrito de Vila Real, que necessita de melhorar as condições de vida, não que se lhes retire serviços de saúde. E o argumento de que, concluída a A/24, a deslocação das populações a Vila Real passa a fazer-se em apenas 40 minutos, dizem os comunistas, pois mesmo com a conclusão daquela auto-estrada, as populações de Montalegre, Valpaços, Boticas e freguesias do Concelho de Chaves ficam a mais de 1 hora e meia de Vila Real.
Tratam-se, pois, de medidas puramente economicista, claramente prejudiciais às populações da Região do Alto Tâmega, prossegue a DORVIR, que dá o seu inteiro apoio à Comissão de Luta eleita pela Assembleia Municipal de Chaves nas medidas que vier a tomar em defesa da autonomia daquele Hospital e da manutenção da sua maternidade. O PCP, por seu lado, tudo fará para que tais medidas sejam anuladas e se inicie um processo de planificação dos serviços hospitalares no distrito e da sua articulação funcional. Desafia ainda o PS e o PSD – que repartem entre si o domínio das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia da Região do Alto Tâmega – e os deputados desses partidos eleitos pela Região para que defendem igualmente estas reivindicações.