CGD aperta salários
Para protestar «contra a intransigência da administração» da Caixa Geral de Depósitos e empresas do grupo CGD nas negociações salariais, o STEC realizou anteontem uma acção na entrada principal do edifício-sede, na Avenida João XXI, em Lisboa.
Para os trabalhadores, é necessário «um aumento salarial que reponha o poder de compra e consagre uma parte dos ganhos de produtividade», afirma o sindicato, lembrando que, no último ano, os lucros da CGD subiram 30 por cento, atingido 535 milhões de euros no final de 2005.
Na actual fase negocial, a administração mantém a sua proposta de actualização salarial em 2,5 por cento, «o que implica uma redução dos salários reais», afirma o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD, que considera «uma vergonha» esta posição. Tal valor, explica o STEC, no mais recente comunicado sobre a matéria, não é justo nem aceitável, porque:
• fica abaixo do valor da inflação;
• ignora os ganhos de produtividade, resultantes do aumento de lucros;
• aumenta, ainda mais, o já enorme fosso que separa os salários, praticados na CGD, da média dos salários europeus congéneres;
• visa a contenção de custos com a grande maioria dos trabalhadores, de forma a permitir uma maior distribuição de benesses e de altas remunerações para os altos quadros.
O sindicato, em nome «da dignidade e do brio profissional dos trabalhadores», «de uma distribuição mais justa e equilibrada da riqueza que produzem», «do esforço que diariamente são obrigados a fazer para atingir os objectivos» e «das horas extraordinárias que lhes são impostas, sem registo e sem pagamento», rejeita qualquer quebra do salário real, apela à luta «por um acordo salarial justo» e afirma que «vamos até à greve, se a administração não alterar a sua posição».
Na actual fase negocial, a administração mantém a sua proposta de actualização salarial em 2,5 por cento, «o que implica uma redução dos salários reais», afirma o Sindicato dos Trabalhadores das Empresas do Grupo CGD, que considera «uma vergonha» esta posição. Tal valor, explica o STEC, no mais recente comunicado sobre a matéria, não é justo nem aceitável, porque:
• fica abaixo do valor da inflação;
• ignora os ganhos de produtividade, resultantes do aumento de lucros;
• aumenta, ainda mais, o já enorme fosso que separa os salários, praticados na CGD, da média dos salários europeus congéneres;
• visa a contenção de custos com a grande maioria dos trabalhadores, de forma a permitir uma maior distribuição de benesses e de altas remunerações para os altos quadros.
O sindicato, em nome «da dignidade e do brio profissional dos trabalhadores», «de uma distribuição mais justa e equilibrada da riqueza que produzem», «do esforço que diariamente são obrigados a fazer para atingir os objectivos» e «das horas extraordinárias que lhes são impostas, sem registo e sem pagamento», rejeita qualquer quebra do salário real, apela à luta «por um acordo salarial justo» e afirma que «vamos até à greve, se a administração não alterar a sua posição».