ME recua no Centro
«Devido aos protestos de professores, de sindicatos da Fenprof, de autarquias e de pais, o Ministério da Educação começou a recuar», congratulou-se o SPRC, embora apontando insuficiências. Em nota divulga dia 5, o Sindicato dos Professores da Região Centro refere que «diversas escolas da lista de encerramentos já não encerram (em Coimbra, na Figueira da Foz, em Penacova, na Guarda, em Castelo Branco...); nenhum jardim de infância será fechado na região Centro; a “cascata” preparada para Coimbra ficou sem efeito».
Lamenta o sindicato que, «nestes processos, a Direcção Regional da Educação, como o ME, só recue quando surge o protesto», já que, «dialogando, antes de decidir, com as comunidades educativas, as coisas passar-se-iam de outra forma, sem agitação nem instabilidade para professores, alunos, famílias e autarcas».
O caso do Colmeal, no concelho de Góis, é referido como prova de que os recuos no encerramento de estabelecimentos de ensino são insuficientes; ali, mantém-se a ameaça de fecho da escola, que obrigará as crianças a deslocarem-se mais de 40 quilómetros, por dia, ou a ficarem ausentes da família toda a semana.
Lamenta o sindicato que, «nestes processos, a Direcção Regional da Educação, como o ME, só recue quando surge o protesto», já que, «dialogando, antes de decidir, com as comunidades educativas, as coisas passar-se-iam de outra forma, sem agitação nem instabilidade para professores, alunos, famílias e autarcas».
O caso do Colmeal, no concelho de Góis, é referido como prova de que os recuos no encerramento de estabelecimentos de ensino são insuficientes; ali, mantém-se a ameaça de fecho da escola, que obrigará as crianças a deslocarem-se mais de 40 quilómetros, por dia, ou a ficarem ausentes da família toda a semana.