FENPROF repudia atitude do Ministério da Educação
A Federação Nacional de Professores (FENPROF) acusou o Ministério da Educação de alterar as regras de correcção do exame de matemática do 12.º ano, quando muitos docentes já tinham corrigido as provas de acordo com normas anteriormente divulgadas.
De acordo com FENPROF, o segundo documento com orientações para a correcção das provas foi enviado para as escolas a 23 de Julho (sexta-feira), mas muitos professores só tomaram conhecimento dessas instruções na segunda-feira (26 de Julho), véspera da data limite para a entrega dos exames já corrigidos.
As primeiras orientações (33 páginas mais uma adenda com outras cinco), segundo o sindicato, chegaram aos professores os correctores no dia 21 de Julho e dois dias depois o Ministério emitiu um novo documento de duas páginas com alterações que incidem sobre oito das 11 perguntas dos exames.
Em declarações à Lusa, José Manuel Costa, dirigente da FENPROF, explicou que muitos docentes só segunda-feira (da passada semana) tomaram conhecimento das novas orientações quando já tinham os exames corrigidos (30 provas por docente, pagas a quatro euros cada). Segundo o dirigente sindical, a mesma situação terá ocorrido com os exames de química.
A FENPROF repudia a atitude do Ministério da Educação por considerar que manifesta «uma completa desorientação na sua acção e um total desrespeito pelo trabalho dos docentes e, até, pelo seu direito ao gozo integral do período de férias».
De acordo com FENPROF, o segundo documento com orientações para a correcção das provas foi enviado para as escolas a 23 de Julho (sexta-feira), mas muitos professores só tomaram conhecimento dessas instruções na segunda-feira (26 de Julho), véspera da data limite para a entrega dos exames já corrigidos.
As primeiras orientações (33 páginas mais uma adenda com outras cinco), segundo o sindicato, chegaram aos professores os correctores no dia 21 de Julho e dois dias depois o Ministério emitiu um novo documento de duas páginas com alterações que incidem sobre oito das 11 perguntas dos exames.
Em declarações à Lusa, José Manuel Costa, dirigente da FENPROF, explicou que muitos docentes só segunda-feira (da passada semana) tomaram conhecimento das novas orientações quando já tinham os exames corrigidos (30 provas por docente, pagas a quatro euros cada). Segundo o dirigente sindical, a mesma situação terá ocorrido com os exames de química.
A FENPROF repudia a atitude do Ministério da Educação por considerar que manifesta «uma completa desorientação na sua acção e um total desrespeito pelo trabalho dos docentes e, até, pelo seu direito ao gozo integral do período de férias».