Eleger um terceiro deputado nos Açores
A Região Autónoma dos Açores não tem as suas perspectivas de desenvolvimento económico claramente definidas
Os comunistas dos Açores estão confiantes na eleição de um terceiro deputado à Assembleia Regional nas eleições de 17 de Outubro, para «equilibrar» a vida política do arquipélago.
«A data das Eleições Regionais aproxima-se velozmente e é necessário ter consciência que estamos em vésperas de um momento decisivo para a nossa vida colectiva e para o futuro político da nossa Região Autónoma. Somos parte de um País que, de há dois anos a esta parte, é governado por uma coligação de direita que não esconde pretender impor um modelo retrógrado de sociedade, o que implica a adulteração de muitas das conquistas essenciais de Abril», afirmou, na passada semana, em conferência de imprensa, José Decq Mota, Coordenador do PCP dos Açores.
Os comunistas açorianos conseguiram, pela primeira vez, dois deputados nas eleições de 2000 para a Assembleia Regional, eleitos pelos círculos do Faial e Flores. Para as eleições de Outubro, a CDU terá como «objectivo central» a eleição de um parlamentar pelo círculo de São Miguel, o maior do arquipélago, apostando, para isso, em Patrícia Santos, uma dirigente sindical de 35 anos.
«Trata-se de uma muito importante decisão da CDU na medida em que a Patrícia Santos, pela sua capacidade, pelo seu espírito de luta, pela sua dedicação às causas de quem trabalha de quem é mais desprotegido, tem todas as condições para liderar a lista de candidatos, como também para ser um dos dezanove deputados que representarão este circulo eleitoral no Parlamento Regional», qualificou Decq Mota, felicitando a sindicalista.
Sobre o seu programa, o Coordenador do PCP nos Açores prometeu muito trabalho. «Lutamos por um desenvolvimento económico que aproveite as nossas capacidades produtivas na agricultura, na pesca, nas indústrias desses sectores derivadas», sublinhou, não esquecendo «a dignificação do trabalho, por remunerações mais justas, pela actualização dos valores do acréscimo regional ao salário mínimo nacional, remuneração complementar e complemento de pensão». A evolução do Serviço Regional de Saúde, a educação, a habitação, o combate à exclusão social e às dependências, o combate à pobreza e os desequilíbrios sociais instalados, foram outros dos pontos focados.
«A data das Eleições Regionais aproxima-se velozmente e é necessário ter consciência que estamos em vésperas de um momento decisivo para a nossa vida colectiva e para o futuro político da nossa Região Autónoma. Somos parte de um País que, de há dois anos a esta parte, é governado por uma coligação de direita que não esconde pretender impor um modelo retrógrado de sociedade, o que implica a adulteração de muitas das conquistas essenciais de Abril», afirmou, na passada semana, em conferência de imprensa, José Decq Mota, Coordenador do PCP dos Açores.
Os comunistas açorianos conseguiram, pela primeira vez, dois deputados nas eleições de 2000 para a Assembleia Regional, eleitos pelos círculos do Faial e Flores. Para as eleições de Outubro, a CDU terá como «objectivo central» a eleição de um parlamentar pelo círculo de São Miguel, o maior do arquipélago, apostando, para isso, em Patrícia Santos, uma dirigente sindical de 35 anos.
«Trata-se de uma muito importante decisão da CDU na medida em que a Patrícia Santos, pela sua capacidade, pelo seu espírito de luta, pela sua dedicação às causas de quem trabalha de quem é mais desprotegido, tem todas as condições para liderar a lista de candidatos, como também para ser um dos dezanove deputados que representarão este circulo eleitoral no Parlamento Regional», qualificou Decq Mota, felicitando a sindicalista.
Sobre o seu programa, o Coordenador do PCP nos Açores prometeu muito trabalho. «Lutamos por um desenvolvimento económico que aproveite as nossas capacidades produtivas na agricultura, na pesca, nas indústrias desses sectores derivadas», sublinhou, não esquecendo «a dignificação do trabalho, por remunerações mais justas, pela actualização dos valores do acréscimo regional ao salário mínimo nacional, remuneração complementar e complemento de pensão». A evolução do Serviço Regional de Saúde, a educação, a habitação, o combate à exclusão social e às dependências, o combate à pobreza e os desequilíbrios sociais instalados, foram outros dos pontos focados.