Governo é o principal responsável
«A questão central dos fogos é política», considera a Direcção da Organização Regional de Coimbra do PCP. «Tanto as responsabilidades, como as soluções são do foro político. Não é do clima, dos incendiários, dos milhares de pequenos proprietários florestais que abandonam as suas matas e bouças. O problema é de políticas e de governos», afirmam os comunistas, num comunicado.
Para a DORC, «a responsabilidade da natureza ou de homens perversos existe, mas não pode continuar a servir como cortina de fumo para esconder décadas de criminosa passividade e mesmo cumplicidade com o estado da floresta portuguesa. É de crime que se trata e pelo qual o Governo deve responder.»
Para a Comissão Concelhia de Montemor-o-Novo do PCP, o Governo manteve-se na posição de espectador enquanto os incêndios destruíam o País, não mobilizando todos os recursos humanos, materiais e financeiros disponíveis nem pedindo atempadamente apoio externo para o combate ao fogo.
«As medidas anunciadas a 4 de Agosto são tardias e escassas», classifica a comissão, acrescentando que «a floresta não se auto-incendeia, nem escolhe as noites, os locais estratégicos de difícil acesso ou as principais matas a destruir».
Valorizando o «empenhamento, a prontidão e o trabalho abnegado dos bombeiros», os comunistas de Montemor-o-Novo exigem o aumento dos meios materiais e financeiros dos bombeiros, o apoio económico da população afectada e a reflorestação das zonas queimadas.
A Comissão Concelhia de Santa Maria da Feira do PCP manifestou a sua solidariedade com as populações atingidas pelos fogos, em particular com os familiares das vítimas, e para com os bombeiros, autarquias, militares, membros das forças de segurança, guardas da natureza e sapadores «pela impressionante acção abnegada de combate a esta calamidade».
Para a DORC, «a responsabilidade da natureza ou de homens perversos existe, mas não pode continuar a servir como cortina de fumo para esconder décadas de criminosa passividade e mesmo cumplicidade com o estado da floresta portuguesa. É de crime que se trata e pelo qual o Governo deve responder.»
Para a Comissão Concelhia de Montemor-o-Novo do PCP, o Governo manteve-se na posição de espectador enquanto os incêndios destruíam o País, não mobilizando todos os recursos humanos, materiais e financeiros disponíveis nem pedindo atempadamente apoio externo para o combate ao fogo.
«As medidas anunciadas a 4 de Agosto são tardias e escassas», classifica a comissão, acrescentando que «a floresta não se auto-incendeia, nem escolhe as noites, os locais estratégicos de difícil acesso ou as principais matas a destruir».
Valorizando o «empenhamento, a prontidão e o trabalho abnegado dos bombeiros», os comunistas de Montemor-o-Novo exigem o aumento dos meios materiais e financeiros dos bombeiros, o apoio económico da população afectada e a reflorestação das zonas queimadas.
A Comissão Concelhia de Santa Maria da Feira do PCP manifestou a sua solidariedade com as populações atingidas pelos fogos, em particular com os familiares das vítimas, e para com os bombeiros, autarquias, militares, membros das forças de segurança, guardas da natureza e sapadores «pela impressionante acção abnegada de combate a esta calamidade».