Reocupação das zonas rurais é fundamental
O sistema de prevenção de incêndios existente em Portugal nos últimos 25 anos «não é eficiente nem responde às actuais realidades do território», considera a União da Floresta Mediterrânica (UNAC), organização formada por diversas associações de produtores florestais.
Em comunicado, a UNAC defende a revisão da Política Agrícola Nacional, «de modo a reocupar as zonas rurais, garantindo uma actividade mínima de manutenção desses espaços». Esta é uma medida essencial para combater os incêndios de Verão, bem como a responsabilização criminal daqueles que não cumpram o actual quadro legal, «sejam agentes públicos ou privados», nomeadamente nas práticas de gestão silvícolas e na limpeza das bermas das rodovias, ferrovias, aceiros e caminhos públicos.
A responsabilidade do actual estado de conservação das propriedades florestais é pública e privada, diz a organização que acrescenta que «a responsabilização dos diversos intervenientes no território sobre esta matéria é inexistente» e que «grassa a impunidade».
A UNAC lembra que a intervenção humana é a principal causa da deflagração de incêndios florestais e que as condições climatéricas do ano «definem à partida o grau de risco e a potencial dimensão dos incêndios florestais». As abundantes chuvas no Outono, Inverno e Primavera de 2002/2003 «tiveram como reflexo um crescimento abundante do coberto vegetal, originando elevada carga combustível na floresta», e a rápida subida da temperatura e diminuição da humidade do ar em Julho e Agosto «criaram as condições naturais para que os incêndios florestais atingissem a dimensão actual».
Em comunicado, a UNAC defende a revisão da Política Agrícola Nacional, «de modo a reocupar as zonas rurais, garantindo uma actividade mínima de manutenção desses espaços». Esta é uma medida essencial para combater os incêndios de Verão, bem como a responsabilização criminal daqueles que não cumpram o actual quadro legal, «sejam agentes públicos ou privados», nomeadamente nas práticas de gestão silvícolas e na limpeza das bermas das rodovias, ferrovias, aceiros e caminhos públicos.
A responsabilidade do actual estado de conservação das propriedades florestais é pública e privada, diz a organização que acrescenta que «a responsabilização dos diversos intervenientes no território sobre esta matéria é inexistente» e que «grassa a impunidade».
A UNAC lembra que a intervenção humana é a principal causa da deflagração de incêndios florestais e que as condições climatéricas do ano «definem à partida o grau de risco e a potencial dimensão dos incêndios florestais». As abundantes chuvas no Outono, Inverno e Primavera de 2002/2003 «tiveram como reflexo um crescimento abundante do coberto vegetal, originando elevada carga combustível na floresta», e a rápida subida da temperatura e diminuição da humidade do ar em Julho e Agosto «criaram as condições naturais para que os incêndios florestais atingissem a dimensão actual».