Portugal tem alternativa com o PCP
Ingerência da troika pode ser travada
A troika FMI/BCE/UE entrou no nosso País com a arrogância dos opressores que vão recolher o espólio após a capitulação.
Recebida por quem lhe franqueou a porta com vassalagem, reuniu com instituições, recebeu os partidos que desde há 35 anos tudo fazem para liquidar as conquistas do 25 de Abril, vasculhou as contas públicas, fez um simulacro de «negociações» e, por fim, ditou a receita que já trazia na bagagem.
Quem a chamou apresenta-a como representante de entidades sérias e credíveis, disponíveis para fazer o «bem», gente que vem em nosso «socorro», «ajudar» o País, empenhada em resolver os nossos problemas, corrigir os nossos defeitos congénitos.
A verdade é bem diferente. Portugal está a saque, os trabalhadores enfrentam a maior ofensiva de sempre contra direitos elementares, a soberania está hipotecada e o futuro comprometido.
É preciso travar a batalha do esclarecimento contra a campanha de desinformação e mostrar que há alternativa. Com o PCP, contra a ingerência, contra a submissão, contra o roubo.