PSP ainda não pagou
A ASPP/PSP apresentou queixa na Provedoria de Justiça, por não ter sido cumprido o prazo legal de dois meses para pagamento do serviço prestado em tempo de folga, quando da operação a propósito dos «coletes amarelos». A Direcção Nacional da PSP determinou então a suspensão das folgas a todos os polícias e o serviço deveria ter sido pago até final de Fevereiro. A ASPP, como referiu numa nota de imprensa de dia 14, considera que a compensação em crédito horário, pretendida pela Direcção, é um entrave, porque a falta de efectivos impede o gozo desses créditos.
Mantendo, até ao final de Março, apelo a que os profissionais da PSP assumam uma «postura preventiva» nas ocorrências, a ASPP apoiou e esteve presente na manifestação nacional de polícias, promovida por 11 estruturas sindicais na quarta-feira, dia 13, em Lisboa, entre a DN da PSP e o Ministério da Administração Interna.
Recuperação do tempo de serviço prestado nos 12 anos em que as carreiras estiveram congeladas, um subsídio de risco e um regime de aposentação adequado à profissão foram as principais reivindicações que motivaram o protesto.