PCP inicia acção nacional no dia 29

Rumo alternativo para o País

O PCP inicia no dia 29 uma acção nacional de esclarecimento e mobilização em torno das questões do emprego, dos direitos, da produção nacional, da soberania.

A acção consta de iniciativas diversificadas e tem âmbito nacional

Afirmar e valorizar as propostas do Partido que dão corpo à alternativa patriótica e de esquerda é o principal objectivo da acção nacional, que integra um conjunto de iniciativas temáticas, para além de visitas, acções de propaganda, comícios, sessões públicas e contactos com os trabalhadores e as populações. Entre as iniciativas a realizar constam comícios com a presença do Secretário-geral do Partido e alguns debates temáticos, sobre questões tão decisivos e sensíveis como Segurança Social e pensões, justiça fiscal, apoio às crianças e pais, combate à precariedade, investimento público e produção nacional e habitação.

A campanha será sustentada, numa primeira fase, num folheto que começará a ser distribuído em todo o País no próprio dia 29 e em cartazes de grandes dimensões, já afixados, com a mensagem central «Não às chantagens e à submissão: Emprego, direitos, soberania, produção». No momento em que está em preparação o próximo Orçamento do Estado, a rejeição das chantagens e imposições externas terá obrigatoriamente uma grande centralidade nas iniciativas realizadas no quadro desta acção, a par da afirmação das propostas do PCP.

Independentemente do conteúdo concreto do Orçamento do Estado, o Partido afirmará na acção nacional de esclarecimento e mobilização o rumo alternativo que há muito propõe ao País: uma política patriótica e de esquerda, o que implica a ruptura com os grandes constrangimentos há muito identificados pelo PCP, nomeadamente o volume da dívida pública e do seu serviço, a submissão ao euro e o controlo privado sobre a banca.

No desenvolvimento desta acção nacional será dado o devido destaque não apenas à entrega da proposta do Orçamento do Estado para 2017 e à sua votação, bem como à reposição de três dos quatro feriados roubados pelo anterior governo PSD-CDS (5 de Outubro, 1 de Novembro e 1 de Dezembro), à primeira entrega do IVA da Restauração com a «nova» taxa de 13 por cento e, o que já está em marcha, à gratuitidade dos manuais escolares para todos os alunos do primeiro ano do 1.º ciclo.

 



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