Repor a carreira de guarda florestal
O PCP considera necessário repor a carreira profissional de guarda florestal e, numa pergunta do seu Grupo Parlamentar ao Ministério da Administração Interna, pretende saber se estará o Governo disponível para iniciar negociações nesse sentido com os representantes desses trabalhadores. Chamando a atenção para a recente realização de uma greve dos guardas florestais, com a exigência central de revogação da legislação que extinguiu a carreira, o PCP realça a importância destes profissionais em matéria de protecção da floresta e prevenção de incêndios.
Em causa na greve, e na posição do PCP, estiveram também questões relacionadas com o pagamento de suplementos (como sucede, aliás, com os demais agentes policiais) e de retroactivos relativos ao período compreendido entre Novembro de 2015 e Fevereiro desde ano. Para o Partido, a extinção da carreira de guarda florestal representa um «elemento de agravamento das condições de prevenção e combate a incêndios», ao mesmo tempo que não deixa de significar a desvalorização da própria profissão. Apesar de o novo estatuto profissional consagrar ao corpo de guardas florestais a natureza de órgão de polícia criminal e as funções de polícia florestal, o Governo recusa a atribuir-lhe os suplementos adequados a este tipo de forças.
Outro dos problemas relativamente aos quais o PCP solicita explicações do Governo é a «carência grave» destes profissionais.