Valorlis em greve
Os trabalhadores da Valorlis fizeram greve ao trabalho extraordinário, neste fim-de-semana e no feriado, e por 24 horas, na terça-feira, dia 16, reclamando um aumento imediato dos salários no valor de 50 euros. A luta, organizada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local, teve também por objectivo conseguir a negociação e aplicação do AE da Amarsul e da Valorsul (também do Grupo EGF) na empresa de tratamento de resíduos sólidos do distrito de Leiria.
Durante a greve, anteontem, dirigentes da organização regional do PCP distribuíram uma saudação aos trabalhadores em luta.
Ao anunciar a greve, o STAL/CGTP-IN lembrou que a Valorlis deixou de estar abrangida pelas normas do Orçamento do Estado que impediram a valorização salarial nos últimos anos, mas a SUMA (Grupo Mota-Engil), a quem foi entregue o controlo da EGF, mantém congelados os salários, que são de valores próximos do salário mínimo nacional. Mas o accionista privado «embolsa quase dez milhões de euros das várias empresas da EGF».