Anacleto Santos

Anacleto Santos, membro da Comissão de Património Central, faleceu na passada semana, de doença súbita. Nascido no concelho de Castro Marim, foi pintor da construção civil e empregado de escritório. Em 1953, com 20 anos, aderiu ao MUD Juvenil. Quatro anos depois tornou-se militante do PCP.

Desempenhou diversas tarefas até 1959, ano em que perdeu a ligação ao Partido, retomada após a revolução. Manteve, ainda assim, uma intensa actividade no movimento associativo popular de carácter democrático, cultural e recreativo e uma ligação constante aos bombeiros voluntários.

Com o 25 de Abril, retoma a sua actividade partidária, empenhando-se no processo revolucionário. Em Agosto de 1975, entra para o quadro de funcionários do Partido, sendo destacado para o trabalho na organização da Beira Litoral, onde assumiu tarefas e responsabilidades diversas nos distritos de Viseu, Aveiro e Coimbra. A partir de 1987, passa a desempenhar tarefas junto da direcção central do Partido, nas áreas do controlo financeiro e do Património. Integrou a Comissão Central de Controlo Financeiro e, até 2012, a Comissão Administrativa e Financeira.

Presente no seu funeral, realizado no dia 16, José Capucho, do Secretariado, lembrou alguns traços da sua personalidade: «trabalhador incansável, disponível, rigoroso, firme, abnegado e persistente, solidário e amigo», desempenhava todas as tarefas com o mesmo empenho e dedicação, «qualquer que fosse o nível de responsabilidade ou o tipo de tarefa de que estivesse incumbido».




Mais artigos de: PCP

Exemplo para a luta que continua

O PCP assinalou o centenário do nascimento do seu destacado militante e dirigente Pedro Soares com uma sessão pública realizada no dia 15, que encheu por completo o salão da Casa do Alentejo, em Lisboa.

Organizar para intervir

De entre as múltiplas vantagens que a acção de contactos com os membros do Partido pode trazer às organizações partidárias, as possibilidades que se abrem à sua estruturação é claramente uma delas: tomando conhecimento da existência de um...

Limitação injusta em Lisboa

O PCP considera que as restrições de circulação baseadas na idade do veículo, no centro da cidade de Lisboa, são uma «profunda injustiça social» e por isso votou contra.

Unidade e convergência

Prosseguindo com os encontros com forças políticas e sociais, o PCP recebeu nos últimos dias a Associação Intervenção Democrática e a Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares.

A essência do capitalismo

O PCP está a alertar os trabalhadores da PSA-Peugeot/Citröen de Mangualde para a necessidade de resistir ao aumento da exploração.

TTIP contra os povos

O Acordo de Livre Comércio entre a União Europeia e os Estados Unidos da América – também conhecido por «Acordo de Parceria Transatlântica de Comércio e Investimento» e pela sigla inglesa TTIP – foi tema de debate na sessão pública promovida...

Viver com dignidade

Jerónimo de Sousa visitou no sábado o Lar e Creche da Associação Unitária de Reformados, Pensionistas e Idosos do Seixal (AURPIS). Este equipamento – com capacidade para acolher 52 idosos em lar, 40 em centro de dia, 80 em serviço de apoio...

Artes do espectáculo

O Sector Intelectual de Lisboa do PCP lançou um manifesto aos trabalhadores das artes do espectáculo onde se defende a unidade e a luta em prol dos direitos e da democracia cultural. Rejeitando a precariedade que marca profundamente os trabalhadores do sector e os cortes nos apoios concedidos pela...

Portugal nos carris

Sob o lema «A ferrovia tem futuro. Com o PCP, Portugal nos carris», Jerónimo de Sousa participou anteontem, 20, num encontro com membros de organizações de organizações representativas do sector ferroviário. Na iniciativa, que aconteceu...

Manuel Vilela

Aos 90 anos, faleceu Manuel Vilela, que assumia responsabilidades centrais no trabalho de fundos e no controlo financeiro. Nascido na freguesia de Galveias, no concelho de Ponte de Sor, tomou desde cedo a opção de se envolver na luta pela liberdade e o socialismo. Enquanto...