A crescer nos locais de trabalho

Em Lisboa, a apoio à candidatura de Francisco Lopes não pára de crescer junto de quem trabalha. No sector dos transportes estão já constituídas várias comissões de apoio, que estão agora abertas à adesão de todos os trabalhadores.

No aeroporto a respectiva comissão de apoio foi lançada tendo como primeiros subscritores vários dirigentes sindicais e membros das comissões de trabalhadores da TAP e da SPdH/ Groundforce, bem como por funcionários destas e de outras empresas do grupo, como a NAV. Entre as razões que justificam o apoio, a comissão salienta a necessidade de combater a privatização da TAP, da ANA, da SPdH e da Portway a os cortes anunciados de 15 por cento nos gastos. O processo privatizador, lembram, é «comandado pelo grande capital europeu» e, a consumar-se, «agravaria quer o processo de alienação da soberania nacional quer o processo de destruição do aparelho produtivo nacional».

No sector ferroviário, também foi constituída uma comissão, que inclui igualmente dirigentes e activistas sindicais e membros de CT da CP, da Refer, da EMEF e da Soflusa. Para esta comissão, a privatização prevista do sector ferroviário é o «crime que se segue». Contra ela estará, como sempre esteve, Francisco Lopes, asseguram os apoiantes.

Entre os trabalhadores da Carris está igualmente a circular um folheto da comissão de apoio a Francisco Lopes, com as razões que o justificam, sendo as privatizações e os cortes nos salários algumas das principais. Também nesta empresa são já dezenas os trabalhadores e sindicalistas que suportam a candidatura comunista.

Os apoiantes de Francisco Lopes em várias empresas privadas de transporte rodoviário de passageiros também se constituíram em comissão, tal como os motoristas de táxi. Esta comissão conta com 75 taxistas de Lisboa, entre os quais diversos dirigentes associativos.



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