Apoio... ao capital
O anúncio do Eurogrupo da disponibilidade para empréstimos bilaterais à Grécia, numa solução que envolve o FMI, «revela mais uma vez que a situação de profunda crise está longe de estar ultrapassada», comentou segunda-feira o PCP. Realçando que, com esta medida, se pretende sobretudo «salvaguardar ou mesmo aprofundar o euro e a União Económica e Monetária, como instrumentos centrais do domínio económico do grande capital e das grandes potências na União Europeia», os comunistas consideram que mais importantes do que o anúncio são as políticas que lhe estão associadas.
Num comunicado do Gabinete de Imprensa, o Partido assinala que o que está em marcha «não é uma política de solidariedade para com a Grécia, mas um apoio ao grande capital e o aprofundamento das receitas anti-sociais». Mas o que faz falta é o fim dos critérios impostos pelo BCE e do «espartilho colocado às economias nacionais» e «o desenvolvimento de uma efectiva linha de cooperação e solidariedade, que promova os direitos laborais e sociais, defenda os serviços públicos, combata a exploração, aposte no apoio à produção, combata a financeirização da economia, a especulação financeira e a corrupção» – medidas incompatíveis com as actuais orientações da União Europeia e os princípios da União Económica e Monetária.
Num comunicado do Gabinete de Imprensa, o Partido assinala que o que está em marcha «não é uma política de solidariedade para com a Grécia, mas um apoio ao grande capital e o aprofundamento das receitas anti-sociais». Mas o que faz falta é o fim dos critérios impostos pelo BCE e do «espartilho colocado às economias nacionais» e «o desenvolvimento de uma efectiva linha de cooperação e solidariedade, que promova os direitos laborais e sociais, defenda os serviços públicos, combata a exploração, aposte no apoio à produção, combata a financeirização da economia, a especulação financeira e a corrupção» – medidas incompatíveis com as actuais orientações da União Europeia e os princípios da União Económica e Monetária.