Realidade impõe a mudança
No número de Fevereiro/Março do seu boletim informativo, o Sector de Empresas de Vila Franca de Xira do PCP considera que a situação que se vive nas empresas do concelho não deixa dúvidas acerca da necessidade urgente de mudar de política.
A Ferro, na Castanheira do Ribatejo, vai encerrar três das quatro unidades produtivas até Setembro, lançando para o desemprego mais de 120 trabalhadores. Isto segue-se ao lay-off decretado no ano passado.
Já na Multiflow, a administração pretende reduzir postos de trabalho, através do envio de trabalhadores para a reforma sem as indemnizações devidas. Ao mesmo tempo, estão a ser enviados trabalhadores do regime de turnos para o regime normal, perdendo o respectivo subsídio.
A Covilis está a deslocalizar um forno para Espanha e vai deixar de produzir vidro para a construção civil. A parte nova da empresa, que recebeu ajudas de 20 milhões de euros, continua em testes.
No Grupo Pifertubos, os trabalhadores são «convidados» a rescindir os contratos. Além disso, a somar ao congelamento dos salários, existem subsídios em atraso. Na Dancake, na Such e na Caxiverca os salários estão em atraso.
Em sentido contrário, na Cimianto, os trabalhadores têm razões para celebrar. Após uma luta de meses – apresentando-se ao serviço mesmo não tendo o que fazer – os trabalhadores receberam, recentemente, garantias de que a laboração será retomada.
A Ferro, na Castanheira do Ribatejo, vai encerrar três das quatro unidades produtivas até Setembro, lançando para o desemprego mais de 120 trabalhadores. Isto segue-se ao lay-off decretado no ano passado.
Já na Multiflow, a administração pretende reduzir postos de trabalho, através do envio de trabalhadores para a reforma sem as indemnizações devidas. Ao mesmo tempo, estão a ser enviados trabalhadores do regime de turnos para o regime normal, perdendo o respectivo subsídio.
A Covilis está a deslocalizar um forno para Espanha e vai deixar de produzir vidro para a construção civil. A parte nova da empresa, que recebeu ajudas de 20 milhões de euros, continua em testes.
No Grupo Pifertubos, os trabalhadores são «convidados» a rescindir os contratos. Além disso, a somar ao congelamento dos salários, existem subsídios em atraso. Na Dancake, na Such e na Caxiverca os salários estão em atraso.
Em sentido contrário, na Cimianto, os trabalhadores têm razões para celebrar. Após uma luta de meses – apresentando-se ao serviço mesmo não tendo o que fazer – os trabalhadores receberam, recentemente, garantias de que a laboração será retomada.